Quarta-feira, 18 de Outubro de 2017

Frases de Jean Piaget no Facebook - Educação, para muita gente, significa tentar levar a criança a se parecer co o adulto típico

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Educação, para muita gente, significa tentar levar a criança a se parecer co o adulto típico, para mim significa tornar criadores, inventores, não conformistas

Jean Piaget

 


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Sábado, 9 de Setembro de 2017

Frases do Facebook - Se desejas que uma criança se saia bem na vida, experimenta gastar o dobro do tempo com ela e metade do dinheiro

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Se desejas que uma criança se saia bem na vida, experimenta gastar o dobro do tempo com ela e metade do dinheiro

 

 


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Quarta-feira, 9 de Agosto de 2017

Frases de Loris Melaguzzi no Facebook - Uma escola deve ser um lugar para todas as crianças

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Uma escola deve ser um lugar para todas as crianças não baseada na ideia de que todas são iguais, mas sim que todos são diferentes

 

Una esculea debe ser un lugar para todos los niños, no basada en la idea de que todos son iguales, sino que todos son diferentes

 

Loris Melaguzzi 

 

 


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Sexta-feira, 16 de Junho de 2017

Frases de Giacomo Leopardi no Facebook - As crianças acham tudo em nada, os homens não acham nada em tudo

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As crianças acham tudo em nada, os homens não acham nada em tudo

 

 Giacomo Leopardi

 


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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2016

Frases de Karl Menninger no Facebook - Tudo o que fazes por uma criança, ela fará pela sociedade

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Tudo o que fazes por uma criança, ela fará pela sociedade

Karl Menninger

 


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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2016

Frases de Joseph Loubert no Facebook - As crianças precisam de modelos mas do que precisam de críticas

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As  crianças precisam de modelos mas do que precisam de críticas

Joseph Loubert

 


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Terça-feira, 6 de Dezembro de 2016

Frases de Pitágoras no Facebook - Educai as crianças e não será preciso castigar os homens

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Educai as crianças e não será preciso castigar os homens

Pitágoras

 


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Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2016

Frases do Facebook - As crianças devem ser ensinadas a pensar, não a repetir

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As crianças devem ser ensinadas a pensar, não a repetir

 


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Segunda-feira, 28 de Novembro de 2016

Frases do Facebook - É mais fácil construir crianças fortes do que consertar homens quebrados

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É mais fácil construir crianças fortes do que consertar homens quebrados

 


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Quarta-feira, 23 de Novembro de 2016

Frases de Jessica del Carmen Perez no Facebook - As crianças especiais, são diferentes nos seus voos, mas são iguais no seu direito a voar

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As crianças especiais, como as aves, são diferentes em seus voos, todas, no entanto, são iguais noseu direito a voar

 

Jessica del Carmen Perez

 


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Sexta-feira, 18 de Novembro de 2016

PHDA - o primeiro passo deve ser a aceitação

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o primeiro passo deve ser a aceitação

e de que a culpa nãoé dos pais, nem de ninguém.

Não foi por falta deatenção ou falhas de educação

 

Para melhorentendimento é essencial informar-se mais sobre o PHDA

 

www.dah-a.com

 


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18 NOVEMBRO | DIA EUROPEU SOBRE A PROTEÇÃO DE CRIANÇAS CONTRA A EXPLORAÇÃO SEXUAL E O ABUSO SEXUAL

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18 NOVEMBRO | DIA EUROPEU SOBRE A PROTEÇÃO DE CRIANÇAS CONTRA A EXPLORAÇÃO SEXUAL E O ABUSO SEXUAL

 

De acordo com as estatísticas oficiais da justiça portuguesa, temos assistido a um aumento crescente dos crimes de abuso sexual contra crianças, investigados pela polícia. Em 2015 foram reportados 1.044 crimes. Este fenómeno tem o mesmo nível de crescimento na Europa. Só em 2014 foram investigados 112.961 crimes de violência sexual contra menores, mais 11.197 do que em 2013.

A violência sexual contra crianças e jovens é um flagelo que tem prevalecido na nossa sociedade com implicações profundas na saúde física e psicológica das crianças, não só no momento dos abusos, mas afetando todo o seu processo de vida. Acreditamos que este número crescente se deve a uma realidade obscura de cifras negras, situações e abusos que são remetidos ao silêncio e que não chegam a ser investigados. Uma das formas mais preocupantes desta violência é a que acontece no seio da família, sabendo-se que os agressores são, normalmente, um familiar ou conhecido da criança. Este facto contribui para o silenciamento dos casos, e para a não apresentação de queixa junto das autoridades ou o pedido de apoio.

A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, na sua missão diária de apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais e contribuir para o aperfeiçoamento das políticas públicas, sociais e privadas centradas no estatuto da vítima, tem mantido o apoio a crianças e jovens vítimas de violência, em todas as suas formas como uma das prioridades.

Desde janeiro de 2016, ao abrigo do projeto CARE, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, foi iniciada a atividade de uma rede de apoio especializado a crianças e jovens vítimas de violência sexual. Até Novembro de 2016, cerca de 170 crianças e jovens já foram ou estão a ser apoiadas. Os/as Técnicos/as de Apoio à Vítima da Rede CARE ouvem e percebem as necessidades de quem é vítima, ajudando as crianças e jovens a lidar com as consequências provocadas pelo crime nas suas vidas. A Rede CARE trabalha para que as vítimas possam superar o impacto do crime, ajudando a minimizar as consequências mais diretas do crime, mas também no confronto com dificuldades jurídicas, sociais e práticas que possam surgir e promovendo o acesso aos seus direitos enquanto vítimas de crime.

A violência sexual contra crianças e jovens é um crime grave, com impacto para a toda a sociedade. Não remeta ao silêncio algo que não deve ser silenciado

 

Retirado de APAV


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Quinta-feira, 20 de Outubro de 2016

Frases do Facebook - Não existem crianças difíceis, o difícil é ser criança num mundo de gente cansada, ocupada, sem paciência e com pressa

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Não existem crianças difíceis, o difícil é ser criança num mundo de gente cansada, ocupada, sem paciência e com pressa

 

No existe niño dificil, lo dificil es ser niño en este mundo de gente cansada, ocupada, si paciencia e con prisa

 


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Leandro Karnal - “Uma Criança Mimada Será Um Adulto Infeliz”

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“‘Somos uma civilização de mimados’ – Esta expressão é de autoria do professor Pondé – e é a ideia de que nós, especialmente as classes média e alta, nunca tivemos tantos privilégios, tão pouca noção de espaço e de limite. É comum a geração presente sempre dizer que a anterior era a verdadeira geração e que esta é uma geração degenerada – isso é só sinal de idade – sinal de que estamos envelhecendo.

A grande questão é que não está mais na nossa pauta a ideia do sacrifício (…), aquela questão de que qualquer vitória vem de um sacrifício. Nós achamos, por exemplo, que as crianças não devem ser traumatizadas – e Freud nos ensinou que sem trauma não há crescimento. Ou seja, que eu me dirija para o crescimento a partir de traumas. A ideia de que a criança não pode sofrer nada, que ela não pode ser contrariada é que faz de nós a civilização mais mimada do que jamais fomos. 

Eu só lamento ser de uma geração que, quando eu era aluno, meus professores sempre tinham razão independente se eles erravam e eu estava certo. Porque os meus pais o Sistema sempre apoiavam os professores e lamento hoje ser professor num Sistema onde o aluno sempre tem razão e eu nunca. Então eu não tive nenhum bom momento. Eu poderia ter sido professor há cinquenta anos ou aluno hoje, mas eu peguei o pior de dois mundos. Absolutamente o pior.

Eu acho que nós superamos alguns defeitos do passado, por exemplo, punição física de crianças que é inadmissível – uma violência, não apenas prevista como crime ou contravenção – mas também porque é errado você praticar violência física contra alguém que não possa se defender.

Mas a ideia de corrigir, estabelecer limites e não ceder a manha e ao mimo, é uma ideia que nos faz muita falta. E não digo porque eu, como professor, posso sofrer o produto final dessa falta de limites,mas é porque eu acho que uma pessoa mimada é muito infeliz. Acho que a primeira vítima de criança mimada é ela mesma. Porque sendo mimada ela nunca terá tudo que ela acha que merece e assim será um adulto infeliz, pois nunca teve a ideia de ser enfrentada e como a vida enfrenta muito, ela será infeliz.

Eu diria que nós devemos estabelecer limites e regras, não exatamente porque é bom ou ruim para os pais, mas por uma questão profunda de atenção aos filhos e aos alunos. Porque eles serão infelizes se eles forem assim (mimados)”. Leandro Karnal

Este texto é a transcrição literal da fala do professor Leandro Karnal neste vídeo:

 

 

 

Retirado de Portal Raizes

 


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Domingo, 25 de Setembro de 2016

Frases do Facebook - Crianças não precisam de presentes caros, precisam de pais presentes

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Crianças não precisam de presentes caros, precisam de pais presentes e isso nenhum dinheiro paga

 


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Domingo, 11 de Setembro de 2016

Frases do Facebook - Crianças que se relacionam com avós, serão adultos muito mais felizes

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Crianças que se relacionam com avós, serão adultos muito mais felizes

 


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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2016

Em Louvor das Crianças - Eugénio de Andrade

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Em Louvor das Crianças

 

Se há na terra um reino que nos seja familiar e ao mesmo tempo estranho, fechado nos seus limites e simultaneamente sem fronteiras, esse reino é o da infância. A esse país inocente, donde se é expulso sempre demasiado cedo, apenas se regressa em momentos privilegiados — a tais regressos se chama, às vezes, poesia. Essa espécie de terra mítica é habitada por seres de uma tão grande formosura que os anjos tiveram neles o seu modelo, e foi às crianças, como todos sabem pelos evangelhos, que foi prometido o Paraíso.


A sedução das crianças provém, antes de mais, da sua proximidade com os animais — a sua relação com o mundo não é a da utilidade, mas a do prazer. Elas não conhecem ainda os dois grandes inimigos da alma, que são, como disse Saint-Exupéry, o dinheiro e a vaidade. Estas frágeis criaturas, as únicas desde a origem destinadas à imortalidade, são também as mais vulneráveis — elas têm o peito aberto às maravilhas do mundo, mas estão sem defesa para a bestialidade humana que, apesar de tanta tecnologia de ponta, não diminui nem se extingue.


O sofrimento de uma criança é de uma ordem tão monstruosa que, frequentemente, é usado como argumento para a negação da bondade divina. Não, não há salvação para quem faça sofrer uma criança, que isto se grave indelevelmente nos vossos espíritos. O simples facto de consentirmos que milhões e milhões de crianças padeçam fome, e reguem com as suas lágrimas a terra onde terão ainda de lutar um dia pela justiça e pela liberdade, prova bem que não somos filhos de Deus.

Eugénio de Andrade, in 'Rosto Precário'


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Sábado, 13 de Agosto de 2016

Gordon Neufeld no Facebook - Crianças aprendem melhor quando gostam do seu professor e sabem que ele gosta delas

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Crianças aprendem melhor quando gostam do seu professor e sabem que ele gosta delas

Gordon Neufeld

 


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Sexta-feira, 29 de Julho de 2016

Rubem Alves no Facebook - As crianças não têm ideias religiosas, mas têm experiências místicas

Crianças

 

"As crianças não têm ideias religiosas, 
mas têm experiências místicas. 
Experiência mística não é ver seres de outro mundo.
É ver este mundo iluminado pela beleza."

Rubem Alves

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Terça-feira, 31 de Maio de 2016

Humor no Facebook - Psicólogo

Psicologo

 

Psicólogo


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Segunda-feira, 16 de Maio de 2016

Frases do Facebook - se não dedicas tempo a educar os teus filhos, não pretendas que outros o façam por ti

dedicar

 

se não dedicas tempo a educar  os teus filhos, não pretendas que outros o façam por ti


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Mia Couto no Facebook - Quem é cego para o futuro vive sem sonhos

futuro

 

Quem é cego para o futuro vive sem sonhos

Mia Couto


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Sábado, 30 de Abril de 2016

Frases do Facebook - Vale mais a felicidade do que o orgulho

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Já reparou que as crianças quando brigam, sempre voltam a brincar juntas?

É porque vale mais a felicidade do que o orgulho

 


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Segunda-feira, 18 de Abril de 2016

Frases do Facebook - Ninguém nasce racista, são os adultos que ensinam isso

Racista

 

Ninguém nasce racista, são os adultos que ensinam isso


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Terça-feira, 29 de Março de 2016

Eduardo Sá - É fácil estragar um filho

Eduardo Sá

 

Não é verdade que as crianças deviam vir equipadas com manual de instruções. Mas também não acredito que, apesar desse desabafo ter virado moda, os pais – os bons pais, claro – ganhassem o que quer que fosse se isso se desse assim. E se as crianças viessem equipadas com manual de instruções? Os pais adormeciam para o “equipamento de base” indispensável de que dispõem para serem bons pais: o sexto sentido (que é uma espécie de instinto de adivinhar, que os habilita para ler as meias-palavras, as entrelinhas e os silêncios dos filhos), o bom senso (que os leva, antes de esgotarem as suas quotas de parvoíce, a chegar “num pulo” ao sentido de justiça) e o coração grande (e a cabeça quente) com que se vai da ternura, ao carinho e à bondade.

 

Os pais não precisam, portanto, de um manual de instruções para serem bons pais! Por mais que menos irmãos, menos sobrinhos e menos afilhados, no seu crescimento, representem menos oportunidades para apanharem o jeito de ler e de legendar as manhas, as manias e o jeito de amar (imenso mas desengonçado) de todas as crianças. E não precisam dele mesmo que menos crianças a nascer não pressuponha mais oportunidades para serem melhores pais. Os pais precisam, isso sim, de se aventurar pelas suas experiências de filhos e de ser tagarelas, todos os dias, com essas memórias, de mansinho. Mesmo que, amassados por elas, às vezes o coração se feche e dê um nó e desse modo eles descubram que há pessoas que até quando choram são bonitas.

 

Os pais não precisam de um manual de instruções para serem bons pais! E, muito menos, de serem – pai e mãe – concertados nas opiniões que têm acerca dos comportamentos e dos trejeitos das crianças. É, portanto, mentira que os bons pais para serem irrepreensíveis como pais, estejam proibidos de discordar ou de discutir. E, muito menos (por mais ternurenta que seja a convicção profunda com que o afirmam) que jamais se possam desautorizar um à frente do outro – e ambos “nas barbas” duma criança – como se ela, sempre que sente o olhar dos dois em rota de colisão, não descortinasse nas suas testas “luzinhas” de cores contraditórias a acender e a apagar. Sempre que os pais se juntam num só erro cada um é para o outro o manual de instruções que lhe faz falta!

 

Os pais não precisam de um manual de instruções para serem bons pais! Porque isso talvez os leve a querer serem exemplares. Ou irrepreensíveis. Ou bem comportados. Ou aprumados. Ou atilados, até... Sempre que exigem ser mais ou menos perfeitos falta-lhes, isso sim, um bocadinho de alma e de insolência no coração para que, em cada uma das suas hesitações, encontrem o fio da meada dum novo manual de instruções. É bom, por isso, que (no meio duma birra de pais) eles “fervam em pouca água!”. Ou que tenham o coração ao pé da boca. Ou, sempre que se enfurecem, digam o que querem e o que não querem. As crianças não tiram os pais do sério: devolvem-nos ao sério! Afinal, sempre que erram muitas vezes, as crianças não deixam que os pais fiquem sempre presos ao mesmo erro!

 

Os pais não precisam de um manual de instruções para serem bons pais! Porque isso talvez os levasse a ignorar que, depois das crianças, os melhores manuais de instruções de que dispõem são a sua própria infância e os pais que eles tiveram. Mas serão os pais... bons filhos? Não no sentido de dizerem sim a todos os caprichos dos seus pais, a nunca os contrariarem ou a serem uma espécie de seus “oficiais às suas ordens”, mas de lhes darem colo e carinho, de falarem por eles (mesmo quando se trata de se aventurarem pelos seus silêncios), ou de exigirem ser escutados (em vez de se ficarem por mais um: “ele não vai entender”)? Serão os pais bons filhos, quando se trata se reconhecerem nos seus próprios pais a sabedoria que faz com que eles sejam, para sempre, a sua “entidade reguladora”, e não vacilando, sequer, mal eles ameaçam desistir, os proíbem de começar a morrer? Será a maioria dos pais bons filhos? Não! E será que podemos ser bons pais e maus filhos, ao mesmo tempo? Também não! Sendo assim, há um manual de instruções escondido na maneira com que os pais se resgatam para que sejam, hoje, pelos seus seus gestos, os filhos que desejaram toda a vida vir a ser: para serem bons pais, não precisam de manuais; basta que se sejam bons filhos!

 

Em resumo, é fácil estragar um filho: eduque-o com um manual de instruções! Daqueles que acham que a escola é mais importante que a família, que brincar vale menos que aprender, e que as histórias, ao pé dos algarismos estão sempre a mais. Ou daqueles que se alarmam sempre que as crianças “falam pelos cotovelos” ou fazem tudo para não perderem a “língua de perguntador”. Ou de outros, ainda, que recomendam que as crianças só devem ser repreendidas sempre que aceitam ser contrariadas. É fácil estragar um filho. A fórmula para isso será mais ou menos assim: quanto mais manuais, piores pais!

 

Mas se os quiser ignorar, não perca de vista que os pais não precisam de um manual de instruções! Porque isso pressupõe que por trás duma criança há sempre uma dor de cabeça, e que eles, para que sejam especiais, terão de ser pais-aspirina. É, portanto, indispensável que os pais errem! Muitas vezes! E que, de problema em problema, casem errar com aprender.

 

Assim, talvez os pais nunca percam de vista que os melhores manuais sobre as crianças são os erros. Dos pais!

 

Eduardo Sá

 

Retirado de Pais e Filhos


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Segunda-feira, 14 de Março de 2016

Mundos de Vida - Nós podemos

Mundos de vida nós podemos

 

 

 

NÓS PODEMOS!

O que não podemos é ficar indiferentes perante as desculpas que são dadas, há 22 anos, pelos organismos nacionais, para justificar a realidade em que vivem milhares de “crianças invisíveis”, em Portugal. 


Na realidade, 8.142 crianças, no nosso país, vivem em instituições, representando mais de 95% das crianças separadas dos seus pais.

Com um povo tão solidário como o português, nós podemos fazer tão bem ou melhor do que os outros países europeus, onde a solução para essas crianças é maioritariamente o acolhimento familiar, enquanto não podem regressar aos seus pais ou ser adotadas.

A situação destas milhares de crianças, de quem quase ninguém fala, mancha a imagem de Portugal. 

A própria Comissão Europeia fez uma recomendação, onde pede a Portugal para diminuir a institucionalização de crianças e promover o acolhimento familiar.

RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA A PORTUGAL
(Publicada no Jornal Oficial das Comunidades)
em 20 de fevereiro de 2013

DIZ O SEGUINTE:

“Fazer com que a pobreza NUNCA SEJA a única justificação para subtrair uma criança à sua família; procurar fazer com que as crianças possam permanecer junto dos pais, ou regressar para junto deles, ao suprir, por exemplo, as carências materiais da família"; 

"Prever filtros adequados com o objetivo de EVITAR CONFIAR crianças a instituições e prever o reexame regular dos casos de institucionalização"; 

"PÔR TERMO à multiplicação das instituições destinadas a crianças privadas de cuidados parentais, privilegiando soluções de qualidade no âmbito de estruturas de proximidade e junto de famílias de acolhimento, tendo em conta a voz das crianças".

Faça parte da causa: “Uma criança tem direito a crescer numa família”, ajudando a MUNDOS DE VIDA a continuar a alargar o seu programa de acolhimento familiar PROCURAM-SE ABRAÇOS”. 


Este ano, estamos a trabalhar em 11 concelhos dos distritos de Braga e do Porto mas queremos chegar mais longe.


Ate hoje, já acolhemos mais de 90 crianças em famílias de acolhimento de qualidade (que gostam de educar crianças, positivas, com sentido de humor, estáveis e que sabem respeitar a história da criança, olhando para o futuro). Precisamos de mais.

Passo a passo, família a família, criança a criança, abraço a abraço, vamos, com a sua ajuda (falando e agindo por esta causa), mudar a realidade e fazer a diferença na vida das crianças do nosso país.

www.mundosdevida.pt 


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Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2016

O mundo em que vivemos

Real Men

 

 

Assinem esta petição para que sejam encontradas as mais de 200 estudantes nigerianas que foram raptadas. Não podemos ficar indiferentes à situação que se vive na Nigéria.
https://www.change.org/BringBackOurGirls


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O mundo em que vivemos

Bring Back Our Girls

 

Bring Back Our Girls 


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Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2016

João Labrincha - Se for pelas crianças, pode ser. Pelos homossexuais, valha-nos deus, nem pensar

Texto de João Labrincha

 

Se for pelas crianças, pode ser. Pelos homossexuais, valha-nos deus, nem pensar

 

Eu sou intolerante com a intolerância: é tempo de apontar os dedos a quem atenta contra o direito constitucional (e humano) da igualdade.

 

A filósofa Hannah Arendt explica que, quando as elites pensantes (e nestas incluo os nossos deputados - mas não todos) têm atitudes autoritárias ou discriminatórias, logo os fascistazinhos de esquina se sentem legitimados a sair da toca. Envergam a espada ideológica de uma suposta cruzada em nome da sociedade que, dizem, desmoronará caso o superior interesse da criança seja maculado pela proximidade de alguém com uma orientação não-heterossexual. Agem segundo o que acreditam ser o seu dever, cumprindo ordens superiores (divinas, em algumas das suas alucinações pseudo-religiosas), movidos pelo desejo de ascender na carreira profissional-política, como o jota Hugo Soares ou, simplesmente, por desejarem notoriedade na comunicação social ou no seu bairro. A isto chama-lhe banalização do mal.

 

Educação moralista, machista e católica

Acredito que algumas pessoas o façam pela educação moralista, machista e católica que tiveram. Mas também é essa educação o motivo que leva alguns homens a espancar as esposas e namoradas porque se atreveram a colocar um pé fora de casa ou porque trocaram um olhar com outra pessoa. Devemos desculpabiliza-los? Nunca! Eu sou intolerante com a intolerância: é tempo de apontar os dedos a quem atenta contra o direito constitucional (e humano) da igualdade. Porque a teoria de que se é mais democrático por aceitar atos e ditos anti-democráticos ou fascistas é isso mesmo: fascista.

 

Por isso, quando vejo argumentações como a de que a possibilidade de coadoção em famílias homoafetivas não serve exclusivamente para defender as crianças mas que tem o “pecado” de reconhecer direitos a homossexuais, como se tal fosse uma coisa negativa, não posso deixar de me indignar. Sim, serviria para proteger as crianças e, sim, serviria para colocar os homossexuais portugueses ao lado de todos os outros na Europa Ocidental e noutros países democráticos do Mundo. Em pé de igualdade com as outras pessoas, independentemente da sua orientação sexual.

 

Pugnar pelos Direitos Humanos, de adultos ou de crianças, não deveria ser um problema. Deveria ser um orgulho e um ato diário, com as nossas famílias, nas escolas ou locais de trabalho.

 

Desta vez não passou a legislação que permitia o reconhecimento da dignidade de famílias que já existem de facto, por muito poucos votos no Parlamento. E assim permanecemos ao lado de países como a Rússia, o Uganda e a China ao não permitir que, por exemplo, os filhos herdem bens, ou que pais e mães de toda uma vida não possam assumir as responsabilidades parentais em caso de morte do outro cônjuge. O que continuará a acontecer é, portanto, a possibilidade de crianças que já têm uma família poderem, de um momento para o outro, perde-la e serem entregues a familiares longínquos ou até a instituições sociais. E, nos adultos, a manutenção de uma discriminação legal que insulta, descredibiliza e acusa pessoas de não terem dignidade para serem responsáveis por cuidar de crianças – de que sempre cuidaram - apenas porque têm uma orientação não-heterossexual. Prejudicar seres humanos, sejam crianças ou adultos, com base numa suposta superioridade moral imaculada dos heterossexuais é, para mim, extremamente desumano.

 

Texto de João Labrincha 

retirado do P3


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Terça-feira, 12 de Janeiro de 2016

Removed - A história de uma adopção

 

 

We made ReMoved with the desire that it would be used to serve in bringing awareness, encourage, and be useful in foster parent training, and raising up foster parents. .
If you would like to use the film for any of these reasons, the answer is yes.
If you need a downloadable version, you can download it here:
vimeo.com/ondemand/removed

Originally created for the 168 Film Festival, ReMoved follows the emotional story through the eyes of a young girl taken from her home and placed into foster care.

After winning Best Film and Audience Choice at the 168 Film Festival, as well as winning Best Film at the Enfoque Film Festival and being an official selection at the Santa Barbara Independent Film Festival, we're extremely excited to share ReMoved online.

"It would be impossible to fully understand the life and emotions of a child going through the foster care system, but this short narrative film portrays that saga in a poetic light, with brushes of fear, anger, sadness, and a tiny bit of hope." -Santa Barbara Independent

This short film wouldn't be possible without the help of some of my incredible friends.
First, my wife, who schemed this project up with me, and was willing to do me the huge favor of writing and producing it. Without her partnership, this would not have happened, and definitely would not have been such a fun process. We were inspired to create this film while in foster parent training.

And then of course Tony Cruz. I asked him early on if he'd be willing to tackle this with me. I wasn't sure if I was really going to pursue it unless he said yes. He graciously agreed and was, to me, a huge source of confidence in knowing this project would turn out well. He and i discussed everything during the pre-production, and i counted on his creative mind to keep me on the right path. He even persuaded another key creative on the project, Greg Pickard, to join us. On Set Tony was my right hand man. On set, if I just wasn't feeling it, I had the trust in him to be able to just hand the scene off to him and know he would make it work. And he stepped in plenty of times when i just needed a break, or a separate perspective. Some of the best moments in the film are of his doing. Go check him out at tonycruz.co

We were very fortunate with Abby White, the young actress. Without her we wouldn't have a film. 

Her parents were so amazing as well. I don't think they anticipated how much involvement it would take on their end, but they stuck with it the whole way. Abby's dad, Andy White from Good Times Guitar, even recorded Abby's Voice Over for us in his studio.


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Todas as imagens que estão no blog foram retiradas do Facebook, muitas delas não tem referência ao autor ou à sua origem, se porventura acha que tem direitos sobre alguma e o conseguir provar, por favor avise-me que será retirada de imediato.

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Perdi meu marido há quanto meses.ainda tenho tudo ...
Muitíssimo bom!
Como eu entendo. A minha bisavó tinha 103.chorei e...
Que bem escreve!Como consegue transmitir tão bem o...

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