Quarta-feira, 9 de Agosto de 2017

Frases de Loris Melaguzzi no Facebook - Uma escola deve ser um lugar para todas as crianças

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Uma escola deve ser um lugar para todas as crianças não baseada na ideia de que todas são iguais, mas sim que todos são diferentes

 

Una esculea debe ser un lugar para todos los niños, no basada en la idea de que todos son iguales, sino que todos son diferentes

 

Loris Melaguzzi 

 

 


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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2016

Frases de Abílio de Guerra Junqueiro no Facebook - A escola é a única alavanca capaz de elevar o povo ao nível da moral

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A escola é a única alavanca capaz de elevar o povo ao nível da moral

 

Abílio de Guerra Junqueiro

 


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Quarta-feira, 7 de Setembro de 2016

Frases do Facebook - Na escola primeiro ensinam uma lição e depois aplicam uma prova, na vida primeiro aplicam-te uma prova e depois aprendes uma lição

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Na escola primeiro ensinam uma lição e depois aplicam uma prova, na vida primeiro aplicam-te uma prova e depois aprendes uma lição


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Quarta-feira, 17 de Agosto de 2016

Inês Teotónio Pereira - Dificuldades de aprendizagem

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 Dificuldades de aprendizagem

 
Da escola chegavam-nos notícias de "falta de interesse", "falta de concentração" porque "é muito distraído" e "trabalha pouco"
 
 

Um dos meus filhos tinha dificuldades de aprendizagem. Começou a ler tarde, dava erros ortográficos, distraía--se com as moscas (literalmente), não decorava coisa alguma e sempre que podia deixava os trabalhos de casa por fazer. Também se esquecia de tudo, era desorganizado, não dava importância aos testes nem percebia o fundamento das avaliações. Não era competitivo e tinha dificuldade em perceber a importância que os pais e os professores dão à escola. Desde cedo que desenhava com pormenor e aos cinco anos já fazia desenhos em perspectiva e com profundidade, mas não tinha paciência para pintar ou para fazer os traços direitos. Um dia, numa luta renhida com as contas de dividir, levantou a cabeça e desabafou: "Gostava de saber o que é que este lápis pensa se ele conseguisse pensar." Foi mais ou menos nessa altura que descobrimos que usava a parede junto da secretária para desenhar enquanto fingia que estudava. Era também talentoso a representar e conseguia inventar uma história interminável a partir de dois palitos. Da escola chegavam-nos notícias de "falta de interesse", "falta de concentração" porque "é muito distraído" e "trabalha pouco". Em casa, nós, pais, pressionávamos, castigávamos e espremíamos a criança cada vez que chegava mais um recado ou mais uma nota. Sobre os talentos pouco lhe dizíamos porque o tempo era escasso e o calendário escolar não dava tréguas: antes do teatro está a Matemática e antes da criatividade está o Português, sentenciávamos.

 

No 4.o ano conheceu os livros do Harry Potter e foi assim que se viciou na leitura. Os erros, esses, persistiam e as notas continuavam a sair esforçadas. A motivação era mínima e a escola continuava a ser um mal necessário na qual passava os dias. O Harry Potter era o seu esconderijo. No 6.o ano chegaram os exames e com eles a possibilidade real de fracassar. Assustou--se com a eventualidade e, ajudado pela maturidade, estudou três semanas seguidas sem levantar cabeça, com horas marcadas para as refeições e com objectivos diários impostos por nós. Conseguiu a melhor nota da escola e da vida dele no exame de Matemática e deixou pais e professores de queixo no chão. Gostou da experiência e ainda mais da sensação. Nunca mais repetiu o resultado, mas as notas nunca mais saíram esforçadas, os trabalhos de casa nunca mais ficaram por fazer e nunca mais se denunciou a sua falta de concentração.

 

Para trás ficou o teatro e do desenho nunca mais ouvimos falar. Diz ele que não desenha bem porque não consegue fazer traços direitos ou imitar paisagens. A comparação com os desenhos fotográficos dos colegas e as classificações suficientes dos professores esfriaram o seu empenho e comprovaram que o seu talento afinal era apenas suficiente. Com a ajuda do tempo acabou por desistir. Dos oito anos da vida escolar do meu filho tiro duas conclusões. A primeira é que durante anos dei mais importância à escola e às considerações dos professores que ao meu filho, dei mais importância às dificuldades denunciadas pelos professores que aos talentos que eu conhecia. Sem saber cavei um fosso de frustrações que aumentava cada vez que chegava uma nota ou um recado, como se cada um deles fosse mais uma prova do seu fracasso (e do meu). Sem querer amolguei-lhe a auto-estima e eduquei-o tendo como referência as pautas escolares.

 

A segunda é que apesar de mim e da escola ele conseguiu. Conseguiu porque quis, porque um dia resolveu querer. As ameaças, as pressões, os castigos e o desespero perante cada má nota não tiveram qualquer efeito positivo, apenas negativo. As dificuldades de aprendizagem são apenas isso, dificuldades. E não querem dizer mais nada sobre os nossos filhos. No dia em que os confundimos com as dificuldades deles, em que olhamos para eles e em vez de crianças vimos problemas de matemática, os nossos filhos facilmente acreditam que são eles próprios os erros e os problemas. E então sim, as dificuldades perpetuam-se e podem ultrapassar em muito o âmbito da escola. A felicidade e o futuro dos nossos filhos não se medem pelo seu desempenho escolar - que mais cedo ou mais tarde, com mais ou menos trabalho, acaba por se cumprir - mas podem estar comprometidos se nós, pais, os julgarmos e medirmos por isso. O principal problema das dificuldades de aprendizagem é a dificuldade dos pais - não dos filhos - em lidar com elas.

 

Inês Teotónio Pereira

Retirado do I


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Quinta-feira, 21 de Julho de 2016

Ricardo Araújo Pereira - Quando o ministério não tem juízo, o corpo docente é que paga

Ricardo Araújo Pereira

 

Quando o ministério não tem juízo, o corpo docente é que paga

 

O professor A é do Algarve e vai dar aulas para Trás-os-Montes. O professor B é de Lisboa e vai dar aulas para Braga. Após consultarem a internet, descobrem no mesmo dia que foram colocados por engano. Sabendo que ambos tomam o comboio das 8h20, qual chega primeiro ao centro de emprego?

 

Eu tinha 14 anos e considerava que se estava a perder demasiado tempo com a influência da continentalidade nas amplitudes térmicas. Portanto, fiz o que tinha a fazer.
 

Fui à horta que havia por trás dos campos de futebol e apanhei um gafanhoto. Antes de o professor de geografia chegar, coloquei o gafanhoto debaixo da sua secretária.

 

Não resultou. Assim que o professor se sentou, o gafanhoto saltou para a janela e saiu da sala. O professor nem chegou a vê-lo. E passou mais 50 minutos a falar impunemente sobre o facto de as zonas costeiras serem mais amenas que as áreas do interior.

 

Aos 14 anos ninguém sabe imaginar estratagemas que transtornem verdadeiramente a vida dos professores.

 

Aos 62, Nuno Crato, o ministro da Educação, tem a maturidade que me faltava para inventar as melhores partidas.

 

Primeiro, colocou professores de Coimbra, por exemplo, em Faro. Esperou que alugassem casa, que instalassem a família, que adaptassem a vida à nova realidade.

 

Depois, anunciou que tinha havido um engano e que a colocação havia sido anulada. Isto é que é uma partida. Não sei se o ministro aceita sugestões, mas talvez fosse engraçado que, quando o professor se dirigisse ao ministério para se informar sobre as suas alternativas, lhe entregassem um envelope com um gafanhoto lá dentro.

 

Como sempre, os professores não têm sentido de humor suficiente para entrar na brincadeira. Levam a mal, protestam, queixam-se. Resistem a ver esta balbúrdia como uma oportunidade. Eu, sendo professor, aproveitava o estilo de vida que o ministério proporciona e adquiria imediatamente 20 ovelhas. O nomadismo é ideal para a pastorícia, e as constantes mudanças na colocação contribuiriam para que eu ficasse com um rebanho forte e lucrativo. Quanto menos aulas desse, mais tempo teria para vender lã, queijo e borregos.

 

Há quem oferença o corpo à ciência. Neste momento, os professores podem oferecer o corpo à educação, na medida em que as suas vidas parecem um daqueles problemas matemáticos: "o professor A é do Algarve e vai dar aulas para Trás-os-Montes. O professor B é de Lisboa e vai dar aulas para Braga. Após consultarem a internet, descobrem no mesmo dia que foram colocados por engano. Sabendo que ambos tomam o comboio das 8h20, qual chega primeiro ao centro de emprego?".

 

Nem todos temos a honra de poder dar um contributo tão grande para o bem da Humanidade. Os professores têm e ainda reclamam.

 

Retirado da Visão


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Sábado, 25 de Junho de 2016

John Dewey no Facebook - a escola não é uma preparação para a vida, a escola é a própria vida

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a escola não é uma preparação para a vida, a escola é a própria vida

John Dewey

 


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Segunda-feira, 30 de Maio de 2016

Os contratos de associação no Facebook - Eu escolho o meu carro, mas quero que tu ajudes a pagar

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O estado tem transportes públicos.

Eu prefiro usar o transporte privado.

Mas quer oque seja o estado  a pagar

 

Posso fazer um contrato de associação?

 

Eu escolho o meu carro, mas quero que  tu ajudes a pagar

 


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Segunda-feira, 16 de Maio de 2016

Frases do Facebook - se não dedicas tempo a educar os teus filhos, não pretendas que outros o façam por ti

dedicar

 

se não dedicas tempo a educar  os teus filhos, não pretendas que outros o façam por ti


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Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2015

Simon Bolivar no Facebook - Os legisladores precisam certamente de uma escola de moral

Legisladores

  

Los legisladores necesitan ciertamente de una esculea de moral

 

Os legisladores precisam certamente de uma escola de moral

 

Simon Bolivar


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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2015

Frases do Facebook - Quem nasceu para ensinar nunca deve parar deaprender

Quem nasceu para ensinar nunca deve parar deaprender

 

 

Quem nasceu para ensinar nunca deve parar deaprender


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Segunda-feira, 24 de Agosto de 2015

Frases do Facebook - Respeita os teus pais, eles passaram pela escola sem o google

Respect your parents, they passed school without google

 

 

Respect your parents, they passed school without google

 

Respeita os teus pais, eles passaram pela escola sem o google


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Sábado, 18 de Julho de 2015

Augusto Cury no Facebook - Os professores são heróis anónimos, semeiam sonhos numa sociedade que perdeu a capacidade de sonhar

Dia mundial dos professores

 

Os professores são heróis anónimos, semeiam sonhos numa sociedade que perdeu a capacidade de sonhar

Augusto Cury


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Quinta-feira, 16 de Julho de 2015

A vida no Facebook - Os professores são assim tão perigosos?

Professores

 

Os professores são assim tão perigosos?

Para alguns são, eles podem ensinar o povo a pensar


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Quarta-feira, 29 de Abril de 2015

Imagens do Facebook - Stop Bullying

Stop Bullying

 

Stop Bullying


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Quinta-feira, 16 de Abril de 2015

Teolinda Gersão - Declaração de Amor à Língua Portuguesa

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"Vou chumbar a Língua Portuguesa, quase toda a turma vai chumbar, mas a gente está tão farta que já nem se importa. As aulas de português são um massacre. A professora? Coitada, até é simpática, o que a mandam ensinar é que não se aguenta. Por exemplo, isto: No ano passado, quando se dizia “ele está em casa”, ”em casa” era o complemento circunstancial de lugar. Agora é o predicativo do sujeito.”O Quim está na retrete”: “na retrete” é o predicativo do sujeito, tal e qual como se disséssemos “ela é bonita”. Bonita é uma característica dela, mas “na retrete” é característica dele? Meu Deus, a setôra também acha que não, mas passou a predicativo do sujeito, e agora o Quim que se dane, com a retrete colada ao rabo.

No ano passado havia complementos circunstanciais de tempo, modo, lugar etc., conforme se precisava. Mas agora desapareceram e só há o desgraçado de um “complemento oblíquo”. Julgávamos que era o simplex a funcionar: Pronto, é tudo “complemento oblíquo”, já está. Simples, não é? Mas qual, não há simplex nenhum, o que há é um complicómetro a complicar tudo de uma ponta a outra: há por exemplo verbos transitivos directos e indirectos, ou directos e indirectos ao mesmo tempo, há verbos de estado e verbos de evento, e os verbos de evento podem ser instantâneos ou prolongados; almoçar por exemplo é um verbo de evento prolongado (um bom almoço deve ter aperitivos, vários pratos e muitas sobremesas). E há verbos epistémicos, perceptivos, psicológicos e outros, há o tema e o rema, e deve haver coerência e relevância do tema com o rema; há o determinante e o modificador, o determinante possessivo pode ocorrer no modificador apositivo e as locuções coordenativas podem ocorrer em locuções contínuas correlativas. Estão a ver? E isto é só o princípio. Se eu disser: Algumas árvores secaram, ”algumas” é um quantificativo existencial, e a progressão temática de um texto pode ocorrer pela conversão do rema em tema do enunciado seguinte e assim sucessivamente.

No ano passado se disséssemos “O Zé não foi ao Porto”, era uma frase declarativa negativa. Agora a predicação apresenta um elemento de polaridade, e o enunciado é de polaridade negativa. No ano passado, se disséssemos “A rapariga entrou em casa. Abriu a janela”, o sujeito de “abriu a janela” era ela, subentendido. Agora o sujeito é nulo. Porquê, se sabemos que continua a ser ela? Que aconteceu à pobre da rapariga? Evaporou-se no espaço?

A professora também anda aflita. Pelo visto, no ano passado ensinou coisas erradas, mas não foi culpa dela se agora mudaram tudo, embora a autora da gramática deste ano seja a mesma que fez a gramática do ano passado. Mas quem faz as gramáticas pode dizer ou desdizer o que quiser, quem chumba nos exames somos nós. É uma chatice. Ainda só estou no sétimo ano, sou bom aluno em tudo excepto em português, que odeio, vou ser cientista e astronauta, e tenho de gramar até ao 12º estas coisas que me recuso a aprender, porque as acho demasiado parvas. Por exemplo, o que acham de adjectivalização deverbal e deadjectival, pronomes com valor anafórico, catafórico ou deítico, classes e subclasses do modificador, signo linguístico, hiperonímia, hiponímia, holonímia, meronímia, modalidade epistémica, apreciativa e deôntica, discurso e interdiscurso, texto, cotexto, intertexto, hipotexto, metatatexto, prototexto, macroestruturas e microestruturas textuais, implicação e implicaturas conversacionais? Pois vou ter de decorar um dicionário inteirinho de palavrões assim. Palavrões por palavrões, eu sei dos bons, dos que ajudam a cuspir a raiva. Mas estes palavrões só são para esquecer, dão um trabalhão e depois não servem para nada, é sempre a mesma tralha, para não dizer outra palavra (a começar por t, com 6 letras e a acabar em “ampa”, isso mesmo, claro.)

Mas eu estou farto. Farto até de dar erros, porque me põem na frente frases cheias deles, excepto uma, para eu escolher a que está certa. Mesmo sem querer, às vezes memorizo com os olhos o que está errado, por exemplo: haviam duas flores no jardim. Ou: a gente vamos à rua. Puseram-me erros desses na frente tantas vezes que já quase me parecem certos. Deve ser por isso que os ministros também os dizem na televisão. E também já não suporto respostas de cruzinhas, parece o totoloto. Embora às vezes até se acerte ao calhas. Livros não se lê nenhum, só nos dão notícias de jornais e reportagens, ou pedaços de novelas. Estou careca de saber o que é o lead, parem de nos chatear. Nascemos curiosos e inteligentes, mas conseguem pôr-nos a detestar ler, detestar livros, detestar tudo. As redacções também são sempre sobre temas chatos, com um certo formato e um número certo de palavras. Só agora é que estou a escrever o que me apetece, porque já sei que de qualquer maneira vou ter zero.

E pronto, que se lixe, acabei a redacção - agora parece que se escreve redação.O meu pai diz que é um disparate, e que o Brasil não tem culpa nenhuma, não nos quer impôr a sua norma nem tem sentimentos de superioridade em relação a nós, só porque é grande e nós somos pequenos. A culpa é toda nossa, diz o meu pai, somos muito burros e julgamos que se escrevermos ação e redação nos tornamos logo do tamanho do Brasil, como se nos puséssemos em cima de sapatos altos. Mas, como os sapatos não são nossos nem nos servem, andamos por aí aos trambolhões, a entortar os pés e a manquejar. E é bem feita, para não sermos burros.


E agora é mesmo o fim. Vou deitar a gramática na retrete, e quando a setôra me perguntar: Ó João, onde está a tua gramática? Respondo: Está nula e subentendida na retrete, setôra, enfiei-a no predicativo do sujeito.

João Abelhudo, 8º ano, setôra, sem ofensa para si, que até é simpática.

 

Teolinda Gersão

Retirado de aqui


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Quarta-feira, 4 de Março de 2015

A escola no Facebook - quando enviar os seus filhos à escola ...

Educação

 

quando enviar os seus filhos à escola para que recebam instrução, não esqueça que eles devem obrigatoriamente levar junto com o material escolar a educação que você lhes deu.


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Segunda-feira, 2 de Março de 2015

Frases do Facebook - a diferença entre a escola e a vida?

Escola

 

Sabe qual a diferença entre a escola e a vida?

Na escola aprende uma lição e depois passa numa prova

Na vida primeiro é posto à prova para que aprenda uma lição!


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Sábado, 14 de Fevereiro de 2015

Humor no facebook - a cabeça

A Cabeça

 

-Tenho o notebook, o MP3, a pen drive, o ipad, Pai, o que é que vocês usavam na escola

-A Cabeça


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Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2015

Humor no facebook - leitura é ...

definição 

 

- Isso chama-se leitura, é a maneira que as pessoas utilizam para instalar novos softwares nos seus cérebros


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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2015

Imagens do facebook - uma questão de horas

A escola e os pais 

-Queremos mais horas de aulas na escola

-Queremos mais horas de pais em casa

 


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Todas as imagens que estão no blog foram retiradas do Facebook, muitas delas não tem referência ao autor ou à sua origem, se porventura acha que tem direitos sobre alguma e o conseguir provar, por favor avise-me que será retirada de imediato.

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