Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2016

Frases de Eduardo Galeano no Facebook - O nascimento de Jesus é, hoje em dia, o negócio que mais dinheiro dá aos mercadores que ele tinha expulsado do templo

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O nascimento de Jesus é, hoje em dia, o negócio que mais dinheiro dá aos mercadores que ele tinha expulsado do templo

Eduardo Galeano

 


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Sábado, 24 de Dezembro de 2016

Feliz Natal

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Feliz Natal

 


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Boas festas

 

Boas festas

 

Senhor São Silveste mandans pa li ness casa
Ali ness casa do senhor e da senhora
Eu ker saber se a senhora é mulher honorada
Para correr mão la na chave de bambaú
Para tirar uma oferta grandiosa
Para repartir a todos nossos companheiros
O da ka, O da ka, s'bo ti ta da ka
S'bo ka ti ta da ka um ta manda Jorge pa remetê
Porque Jorge é um homem de má consciência
Onde kel bai tira mais e deixa menos
E obrigada pess oferta grandiosa
Da nos vida e saúde pá otr'one pá no torna bem
Boas festas!

 


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Frases de Benjamin Franklin no Facebook - Quando somos bons para os outros, somos ainda melhores para nós

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Quando somos bons para os outros, somos ainda melhores para nós

Benjamin Franklin

 

 


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Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2016

O natal no Facebook - O que é o natal?

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O que é o Natal? É o resumo do espírito da doce amizade que brilha todo o ano. É consideração e bondade, é a esperança renascida novamente para trazer paz, entendimento e benevolência para os homens. Natal não é fim de ano, é recomeço, é nascimento, é a esperança de que um novo ano que se aproxima, é o desejo de ter conosco todas essas pessoas queridas fazendo parte de nossa vida. Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

 


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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2016

O natal de Facebook - os melhores presentes de natal, amor e paz

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os melhores presentes de natal: amor e paz

 


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Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2016

Falsas boas festas - Miguel Esteves Cardoso

 

Porque é que tantas empresas que não me conhecem de lado nenhum me mandam mails automatizados a desejar-me falsas boas festas e feliz ano novo? Onde está escrito que isto me vai me dar vontade de comprar os produtos que me querem vender?

Quando faço anos é a mesma porcaria. As empresas - bancos, publicações, lojas, marcas - fazem questão de me mandar um mail a dizer-me que os computadores e o software que têm “não se esqueceram” do meu aniversário. Os mails custam zero e não envolvem a participação de um único dedo humano. Que pretenderão os autores destes golpes retrógrados, se é que ainda estão vivos? Que eu ache simpático que tenham incluido o meu endereço electrónico na lista super-exclusiva
que eles mantêm de potenciais clientes?

Haverá alguém no mundo - uma única pessoa - que discorde que estas falsas boas festas são contraproducentes? Duvido. Então porque é que continuam a mandá-las? Se calhar a programação foi feita nos anos 90 e as empresas esqueceram-se de desactivá-la. Se fosse esse o caso, bem que uma empresa pioneira poderia mandar-me um mail muito bem-vindo a
dizer-me que, pela primeira vez, não me vai mandar falsas boas festas porque reconhece que é um gesto automático e logo pior do que insincero.

Bem bastam a insinceridade humana e as falsas boas festas que pessoas verdadeiras desejam umas às outras. Já há, por esta época, automatismo que chegue nos nossos gestos e nas nossas palavras. Já estamos bem servidos de falsidade, muito obrigados. Já chega.

 

Miguel Esteves Cardoso

Retirado do Público


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Domingo, 18 de Dezembro de 2016

O natal no Facebook - O pai natal anda a espreitar no facebook ...

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O pai natal anda espreitar no Facebook, algumas pessoas vão ter direito a prendas, outras vão receber um dicionário

 


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Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2016

Conto de natal - Ricardo Araújo Pereira

Ricardo Araújo Pereira

 

"Era noite de Natal. Quase sempre, nos contos de Natal, é noite de Natal. Neste, curiosamente, também. Uma chuva fria teimava em cair, como que a dizer a quem passava na rua: "Então esta pluviosidade, hem? A natureza tem fenómenos giros".

...

A cidade estava já quase deserta, e era impossível que qualquer pessoa, por mais insensível que fosse, olhasse para as ruas vazias, com as iluminações a piscar e as montras enfeitadas, e não pensasse para si: "que rica altura para fazer assaltos!!". Pensando bem, não se compreende como é que os nossos meliantes não aproveitam melhor a noite de 24 de Dezembro para furtar viaturas e domicílios. É uma dica de Natal que deixo aqui.

...

Na rua, havia apenas algumas pessoas que se apressavam, felizes, para chegar a suas casas a tempo da consoada, e outras que pareciam não ter para onde ir, pois tinham todo o aspecto de ser indivíduos desagradáveis, de quem ninguém gosta. Devia haver um sítio em que todas as pessoas que não são convidadas pelas suas famílias para a ceia de Natal pudessem passar a consoada. Um grande pavilhão com mesas corridas, em que as pessoas desagradáveis se pudessem reunir e fazer comentários acintosos umas sobre as outras. Haveria um porteiro que perguntaria a quem chegasse:

- É uma pessoa desagradável?

- Sou, sim.

- Então pode entrar.

- Obrigado. Mas olhe que a temperatura da sala podia estar mais quente e digo-lhe já que as postas de bacalhau me parecem muito fininhas.

...

Indiferente a tudo isto, Carlos dirigia-se para casa com alguns sacos de compras na mão. Foi quando dobrou a esquina que viu um vagabundo sentado num vão de escada. Carlos pensou: "Diacho, um vagabundo a pedir esmola na noite de 24 de Dezembro. Estarei metido num conto de Natal? Não me dava jeito nenhum, porque estou com pressa."

- Uma esmola para um pobre velho - pediu o vagabundo quando Carlos se aproximou. Carlos levou a mão ao bolso e estendeu-lhe uma nota de 20 euros.

- O dinheiro é uma oferta simpática - disse o vagabundo. Mas... e o calor humano, jovem?

- Não vou querer, obrigado. Sabe, eu tenho namorada.

- Não é isso. Podes convidar-me para cear em tua casa?

...

Carlos olhou para o velho e teve pena. Pena de não ir mais vezes ao ginásio porque, se estivesse em melhor forma física, já teria largado a correr dali para fora. Ainda assim, achou que corria mais que o vagabundo e aceitou convidá-lo para cear em sua casa. Assim que dobrasse a esquina, desataria a correr e, se não tropeçasse nos seus sacos, o velho nunca mais o apanharia.

No entanto, assim que Carlos o convidou para a consoada, o vagabundo ergueu-se, retirou a túnica e, flutuando no ar, disse:

- Ops... Tive uma tontura. Deve ter sido de me levantar tão depressa. Alguma quebra de tensão, ou assim.

E depois disse:

- Já estou melhor. Sou o teu Salvador. Aquele a quem tu ajudaste é, na verdade, o Messias.

- Ah, está boa. Bom, então muito prazer. Boa noite.

- Calma, bom homem. Não vás embora. Vou recompensar-te. Pede-me qualquer coisa. Terás tudo o que quiseres. Que desejas?

- Hum... Não estou a ver. Comprei na semana passada uns ténis e agora não há assim nada que eu queira. Adeus, boa noite.

- Espera aí bom homem. Chega de modéstia. O que é que vai ser? Hum? Jóias? Carros de luxo? Um palácio? O novo DVD dos Gato Fedorento? Vamos, pede o que quiseres. Fizeste uma boa acção na noite de Natal e mereces tudo o que pedires ao teu Senhor.

- Ah. Bom. Sabe, é que eu sou ateu. Ou seja, não leve a mal, mas... como é que eu hei-de dizer isto?... a verdade é que não acredito, digamos, em si. Pronto, boa noite.

- Mau, mas o que é isto? Não acreditas em mim? Então apareço-te na noite de Natal, faço o truque de me passar por vagabundo, flutuo no ar... o que é que queres mais, pá?

- Não, isso está bonito. Eu é que nunca gostei muito de magia. São feitios.

...

E foi então que Jesus perdeu a paciência e deu uma carga de pancada bíblica em Carlos. Primeiro, o Messias deu-lhe um chuto nos rins e, depois, assentou-lhe dois bons socos no queixo. A seguir, praguejou umas coisas em hebraico e foi-se embora. Carlos caiu e, por momentos, o fiozinho que lhe escorria da boca, a caminho da sarjeta, tomou a forma de uma estrela que, sobre a calçada, ficou a brilhar.

...

Era noite de Natal!"

 

Ricardo Araújo Pereira

 

Retirado de Mundo da Verdade

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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2016

E se os reis magos chegassem na actualidade?

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Este ano não haverá reis magos. Ninguém acredita que deixem entrar na Europa durante a noite, três individuos do Médio Oriente, montados em camelos e com uma carga de "pacotes suspeitos"

 


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Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2016

Agustina Bessa-Luís - Crónica de Natal

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Crónica de Natal

Todos os anos, por esta altura, quando me pedem que escreva alguma coisa sobre o Natal, reajo de mau modo. «Outra vez, uma história de Natal! Que chatice!» — digo. As pessoas ficam muito chocadas quando eu falo assim. Acham que abuso dos direitos que me são conferidos. Os meus direitos são falar bem, assim como para outros não falar mal. Uma vez, em Paris, um chauffeur de táxi, desses que se fazem castiços e dizem palavrões para corresponder à fama que têm, aborreceu-me tanto que lhe respondi com palavrões. Ditos em francês, a mim não me impressionavam, mas ele levou muito a mal e ficou amuado. Como se eu pisasse um terreno que não era o meu e cometesse um abuso. Ele era malcriado mas eu - eu era injusta. Cada situação tem a sua justiça própria, é isto é duma complexidade que o código civil não alcança.

Mas dizia eu: «Outra vez o Natal, e toda essa boa vontade de encomenda!» Ponho-me a percorrer as imagens que são de praxe, anjos trombeteiros, pastores com capotes de burel e meninos pobres do tempo da Revolução Industrial inglesa. Pobres e explorados, mas, entretanto, não excluídos do trato social através dos seus conflitos próprios, como se pode observar nos livros de Dickens. Actualmente as crianças estão mais isoladas dum processo de libertação adequada à sua normalidade. Não há qualquer lógica entre o pensamento que elas sugerem e a acção que lhes é imposta. Mas isto são considerações de Natal? Confessem que preferem uma história, uma coisa leve, talvez um pouco insensata e graciosa. Pois bem, falemos de pastores.

Um amigo meu passou uns dias na serra da Estrela para se curar duma depressão, uma dessas doenças que são produzidas pela sociedade burocrática onde todos se destroem em boa paz. Cuidou ele que a solidão e a vida rude o haviam de transformar. Mas o sofrimento, que não é disciplina nem necessidade, torna-se em crítica mesquinha. Ele andava pelos montes, com ar de censura e escândalo, perguntando às pessoas como podiam viver sem ir ao teatro e sem comer costelas panadas. Alumiando-se com azeite e deitando-se ao sol-pôr para não o gastar. Sobressaltava-o muito aquela imobilidade da serra com os rebanhos que pareciam pedras e os pastores com o cão de pêlo assanhado. Sentava-se ao lado deles e travava conversa.
— Olhe lá: você nunca sai daqui? — perguntava. E o pastor respondia:
— Eu, não senhor.
— E então, não se aborrece?
— Eu, não senhor — tornava o homem.
— Mas não se aborrece mesmo, sempre sozinho, a ver só ovelhas, aqui no cimo da serra? — insistia o meu amigo.
Então o pastor, apertado naquele inquérito, fez um esforço para compreender a desordem que provocava no espírito do homem da cidade, e disse, apontando, com um ligeiro movimento do queixo, as ovelhas:
— Ah! Elas às vezes bolem...
Queria desculpar-se, se o conseguiu ou não, não sei. O meu amigo não andou muito tempo por lá. Deu um jeito a um tornozelo e tiveram que o levar de padiola até à localidade, onde arranjou melhor transporte para o hospital. Disse daquilo cobras e lagartos. Também é preciso ver que não era homem para grandes descobertas. Até acha que as descobertas foram um erro histórico. Mas que tem o Natal a ver com isto? – direis. Descubram.

Agustina Bessa-Luís, in 'Crónica da Manhã, 06 Dez 1978'
 
Retirado de Citador

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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2016

O natal no Facebook - Pai natal

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Eu não vou sair  daqui pra entregar porra nenhuma

 


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Terça-feira, 6 de Dezembro de 2016

Vidas não são presente de natal

Vidas não são presente

 

No natal passado eu fui o presente de alguém..

Hoje, meu presente é triste

 

Vidas não são presentes!!


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Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2016

A Mafalda e o Natal

O natal da Mafalda

 

A Mafalda e o Natal


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Quarta-feira, 5 de Outubro de 2016

Carlos Drummond de Andrade - Organiza o Natal

carlosdrummonddeandrade.JPG

 

 

Organiza o Natal

Alguém observou que cada vez mais o ano se compõe de 10 meses; imperfeitamente embora, o resto é Natal. É possível que, com o tempo, essa divisão se inverta: 10 meses de Natal e 2 meses de ano vulgarmente dito. E não parece absurdo imaginar que, pelo desenvolvimento da linha, e pela melhoria do homem, o ano inteiro se converta em Natal, abolindo-se a era civil, com suas obrigações enfadonhas ou malignas. Será bom.

Então nos amaremos e nos desejaremos felicidades ininterruptamente, de manhã à noite, de uma rua a outra, de continente a continente, de cortina de ferro à cortina de nylon — sem cortinas. Governo e oposição, neutros, super e subdesenvolvidos, marcianos, bichos, plantas entrarão em regime de fraternidade. Os objetos se impregnarão de espírito natalino, e veremos o desenho animado, reino da crueldade, transposto para o reino do amor: a máquina de lavar roupa abraçada ao flamboyant, núpcias da flauta e do ovo, a betoneira com o sagüi ou com o vestido de baile. E o supra-realismo, justificado espiritualmente, será uma chave para o mundo.

Completado o ciclo histórico, os bens serão repartidos por si mesmos entre nossos irmãos, isto é, com todos os viventes e elementos da terra, água, ar e alma. Não haverá mais cartas de cobrança, de descompostura nem de suicídio. O correio só transportará correspondência gentil, de preferência postais de Chagall, em que noivos e burrinhos circulam na atmosfera, pastando flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará a serviço do entendimento afetuoso. A crítica de arte se dissolverá jovialmente, a menos que prefira tomar a forma de um sininho cristalino, a badalar sem erudição nem pretensão, celebrando o Advento.

A poesia escrita se identificará com o perfume das moitas antes do amanhecer, despojando-se do uso do som. Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro.

A música permanecerá a mesma, tal qual Palestrina e Mozart a deixaram; equívocos e divertimentos musicais serão arquivados, sem humilhação para ninguém.

Com economia para os povos desaparecerão suavemente classes armadas e semi-armadas, repartições arrecadadoras, polícia e fiscais de toda espécie. Uma palavra será descoberta no dicionário: paz.

O trabalho deixará de ser imposição para constituir o sentido natural da vida, sob a jurisdição desses incansáveis trabalhadores, que são os lírios do campo. Salário de cada um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas de conciliação nem tribunais de justiça, pois tudo estará conciliado na ordem do amor.

Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas que o guardavam, e que passarão a depósito de doces, para visitas. Haverá dois jardins para cada habitante, um exterior, outro interior, comunicando-se por um atalho invisível.

A morte não será procurada nem esquivada, e o homem compreenderá a existência da noite, como já compreendera a da manhã.

O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças, e elas farão o que bem entenderem das restantes instituições caducas, a Universidade inclusive.

E será Natal para sempre.

Ah! Seria ótimo se os sonhos do poeta se transformassem em realidade.

Texto extraído do livro "Cadeira de Balanço", Livraria José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1972, pág. 52.

Carlos Drummond de Andrade


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Sexta-feira, 25 de Dezembro de 2015

O natal no Facebook -. Tudo o que eu quero é que as pessoas que lêem isto sejam felizes

Dear Santa

 

 

Querido Pai natal
Eu não  peço muito para o Natal.
Tudo o que eu quero é que as pessoas que lêem isto sejam felizes

 

Dear Santa
I Don't want much for christmas.
All i want is for the person read this to be happy


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Quinta-feira, 24 de Dezembro de 2015

O natal no Facebook - melhor do que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma familia feliz

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melhor do que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma familia feliz


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O natal no Facebook - Lista para o natal

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Ser a luz do natal


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Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2015

O natal no Facebook - o verdadeiro espírito do natal encontra-se presente nas boas acções que fazemos durante a nossa vida

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o verdadeiro espírito do natal encontra-se  presente nas boas acções que fazemos durante a nossa vida


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O natal no Facebook - E de repente já é natal

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E de repente já é sexta feira, de repente já é natal, de repente mais um ano se foi, e você ficou aí parado, apenas querendo mudar a sua vida


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O natal no Facebook - Não existem limites para os nossos sonhos, basta acreditar.

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Não existem limites para os nossos sonhos, basta acreditar.

 

Feliz Natal


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O natal no Facebook - O natal simboliza nova vida trazendo-nos amor e esperança.

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O natal simboliza nova vida trazendo-nos amor e esperança.

Que neste natal sejam confraternizados todos os desejos de um mundo melhor


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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2015

O natal no Facebook - eu e todos os meus amigos explorados desejamos-te um Feliz Natal

Felices fiestas

 

eu e todos os meus amigos explorados desejamos-te um  Feliz Natal

 

Yo y todos mis amigos explotados te deseamos felices fiestas


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O natal no Facebook - Perdão é quando o natal acontece noutra época do ano

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 Perdão é quando o natal acontece noutra época do ano

Adriana Falcão


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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2015

O Natal no Facebook - A melhor mensagem de natal é aquela que sai em silêncio dos nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham na nossa caminhada pela vida

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A melhor mensagem de natal é aquela que sai em silêncio dos nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham na nossa caminhada pela vida


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Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2015

Fernanda Molina - Para falar do Natal, não existem segredos

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Para falar do Natal, não existem segredos, basta olhar para dentro de nós mesmos. No Natal, estamos propícios a amar mais, ter mais carinhos, ser mais solidários. É o que nos envolve, este Espírito Natalino. Mas vejamos o mundo num foco mais nítido - isso ocorre somente nesta época do ano. O nascimento de Jesus Cristo tem o poder de causar essa transformação em nós. Época em que surgem milhares de voluntários, pessoas fazendo seus donativos, pessoas se abraçando, trocando calor humano com seus entes queridos. Eu vejo muita gente se engrandecer diante desse espírito, mas eu somente tenho a perguntar: - Por que?

Porque essas coisas só ocorrem no mês de Dezembro? Será um mês sagrado? Será que é tão difícil sermos assim o ano inteiro? Todos os dias de nossas vidas, nós devemos amar uns aos outros, respeitar uns aos outros, sermos solidários. O mundo não funciona somente no Natal, as crianças não necessitam de carinho, apenas no Natal, os necessitados, não passam fome, não sentem frio apenas no Natal. Eu quero olhar o Mundo e poder ver isso todos os dias.

Se Deus me concedesse um desejo, desejaria que nascesse um Jesus Cristo todos os dias.

Fernanda Molina


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Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2015

O natal no Facebook -Dezembro-me na esperança de ser natal todos os dias

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Dezembro-me na esperança de ser natal todos os dias


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Carlos Drummond de Andrade - Organiza o Natal

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Organiza o Natal

Alguém observou que cada vez mais o ano se compõe de 10 meses; imperfeitamente embora, o resto é Natal. É possível que, com o tempo, essa divisão se inverta: 10 meses de Natal e 2 meses de ano vulgarmente dito. E não parece absurdo imaginar que, pelo desenvolvimento da linha, e pela melhoria do homem, o ano inteiro se converta em Natal, abolindo-se a era civil, com suas obrigações enfadonhas ou malignas. Será bom.

Então nos amaremos e nos desejaremos felicidades ininterruptamente, de manhã à noite, de uma rua a outra, de continente a continente, de cortina de ferro à cortina de nylon — sem cortinas. Governo e oposição, neutros, super e subdesenvolvidos, marcianos, bichos, plantas entrarão em regime de fraternidade. Os objetos se impregnarão de espírito natalino, e veremos o desenho animado, reino da crueldade, transposto para o reino do amor: a máquina de lavar roupa abraçada ao flamboyant, núpcias da flauta e do ovo, a betoneira com o sagüi ou com o vestido de baile. E o supra-realismo, justificado espiritualmente, será uma chave para o mundo.

Completado o ciclo histórico, os bens serão repartidos por si mesmos entre nossos irmãos, isto é, com todos os viventes e elementos da terra, água, ar e alma. Não haverá mais cartas de cobrança, de descompostura nem de suicídio. O correio só transportará correspondência gentil, de preferência postais de Chagall, em que noivos e burrinhos circulam na atmosfera, pastando flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará a serviço do entendimento afetuoso. A crítica de arte se dissolverá jovialmente, a menos que prefira tomar a forma de um sininho cristalino, a badalar sem erudição nem pretensão, celebrando o Advento.

A poesia escrita se identificará com o perfume das moitas antes do amanhecer, despojando-se do uso do som. Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro.

A música permanecerá a mesma, tal qual Palestrina e Mozart a deixaram; equívocos e divertimentos musicais serão arquivados, sem humilhação para ninguém.

Com economia para os povos desaparecerão suavemente classes armadas e semi-armadas, repartições arrecadadoras, polícia e fiscais de toda espécie. Uma palavra será descoberta no dicionário: paz.

O trabalho deixará de ser imposição para constituir o sentido natural da vida, sob a jurisdição desses incansáveis trabalhadores, que são os lírios do campo. Salário de cada um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas de conciliação nem tribunais de justiça, pois tudo estará conciliado na ordem do amor.

Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas que o guardavam, e que passarão a depósito de doces, para visitas. Haverá dois jardins para cada habitante, um exterior, outro interior, comunicando-se por um atalho invisível.

A morte não será procurada nem esquivada, e o homem compreenderá a existência da noite, como já compreendera a da manhã.

O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças, e elas farão o que bem entenderem das restantes instituições caducas, a Universidade inclusive.

E será Natal para sempre.

Ah! Seria ótimo se os sonhos do poeta se transformassem em realidade.

Texto extraído do livro "Cadeira de Balanço", Livraria José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1972, pág. 52.

Carlos Drummond de Andrade


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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2015

O natal no Facebook - Natal só é natal quando alguém chora

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Natal só é natal quando alguém chora

Geralmente sou eu

Shrek


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Augusto Branco - O Natal

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O Natal

Ah, o Natal... Ouço pessoas criticarem o consumismo desenfreado que toma as pessoas nesta época cujo significado perdeu-se entre árvores, brinquedos e Papai Noel. Certo, tudo certo...


Mas eu prefiro lembrar que neste final de ano, devido ao famigerado consumismo, milhões de empregos foram gerados e milhões de pessoas puderam resgatar um pouco de sua dignidade.


Prefiro lembrar que neste momento, por conta do dinheiro extra que receberão, muitos pais e mães de família poderão oferecer uma mesa mais farta aos seus filhos.E que devido a alta propaganda de solidariedade que se faz nesta época, crianças carentes poderão ganhar, sim, algum brinquedo.


Prefiro lembrar que muitas pessoas tomadas pelo espírito disseminado nesta época mover-se-ão à caridade e a solidariedade com o próximo.E que você... você poderá, enfim, dar e receber o abraço daquelas pessoas que você gosta mas que por falta de “motivo” para abraçar ficou contido até agora...


Ah, como Deus escreve certo por linhas tortas. O que era para ser “apenas” a celebração do nascimento de Jesus, universalizou-se numa celebração de Fraternidade e Amor.Bem ou mal, o Amor está em toda parte!


E se ainda assim você não quiser celebrar esta data, não tem problema:Quero convidar-te a fazer como fossem Natal todos os teus dias!

Augusto Branco


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Todas as imagens que estão no blog foram retiradas do Facebook, muitas delas não tem referência ao autor ou à sua origem, se porventura acha que tem direitos sobre alguma e o conseguir provar, por favor avise-me que será retirada de imediato.

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