Segunda-feira, 30 de Novembro de 2015

Frases do Facebook - O sorriso é o sentimento mais bonito que o coração liberta

Sorriso

O sorriso é o sentimento mais bonito que o coração liberta


publicado por olhar para o mundo às 21:13
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Frases do Facebook - O amor verdadeiro não é encontrado, é construído

O amor verdadeiro não é encontrado, é construído

 

O amor verdadeiro não é encontrado, é construído


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Vinicius de Moraes no Facebook - Quem pagará o enterro e as flores se eu morrer de amores?

Vinicius

 

Quem pagará o enterro e as flores se eu morrer de amores?

 

Vinicius de Moraes


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Deltino Guerreiro - Sonho

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 


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João Tordo - Carta ao pai

Fernando Tordo

 

Ontem, o meu pai foi-se embora. Não foi e já volta; emigrou para o Recife e deixou este país, onde nasceu e onde viveu durante 65 anos. A sua reforma seria, por cá, de duzentos e poucos euros, mais uma pequena reforma da Sociedade Portuguesa de Autores que tem servido, durante os últimos anos, para pagar o carro onde se deslocava por Lisboa e para os concertos que foi dando pelo país. Nesses concertos teve salas cheias, meio-cheias e, por vezes, quase vazias; fê-lo sempre (era o seu trabalho) com um sorriso nos lábios e boa disposição, ganhando à bilheteira. Ontem, quando me deitei, senti-me triste. E, ao mesmo tempo, senti-me feliz. Triste, porque o mais normal é que os filhos emigrem e não os pais (mas talvez Portugal tenha sido capaz, nos últimos anos, de conseguir baralhar essa tendência). Feliz, porque admiro-lhe a coragem de começar outra vez num país que quase desconhece (e onde quase o desconhecem), partindo animado pelas coisas novas que irá encontrar. Tudo isto são coisas pessoais que não interessam a ninguém, excepto à família do senhor Tordo. Acontece que o meu pai, quer se goste ou não da música que fez, foi uma figura conhecida desde muito novo e, portanto, a sua partida, que ele se limitou a anunciar no Facebook, onde mantinha contacto regular com os amigos e admiradores, acabou por se tornar mediática. E é essa a razão pela qual escrevo: porque, quase sem o querer, li alguns dos comentários à sua partida. Muita gente se despediu com palavras de encorajamento. Outros, contudo, mandaram-no para Cuba. Ou para a Coreia do Norte. Ou disseram que já devia ter emigrado há muito. Que só faz falta quem cá está. Chamam-lhe palavrões dos duros. Associam-no à política, de que se dissociou activamente há décadas (enquanto lá esteve contribuiu, à sua modesta maneira, com outros músicos, escritores, cineastas e artistas, para a libertação de um povo). E perguntaram o que iria fazer: limpar WC's e cozinhas? Usufruir da reforma dourada? Agarrar um "tacho" proporcionado pelos "amiguinhos"? Houve até um que, com ironia insuspeita, lhe pediu que "deixasse cá a reforma". Os duzentos e tal euros. Eu entendo o desamor. Sempre o entendi; é natural, ainda mais natural quando vivemos como vivemos e onde vivemos e com as dificuldades por que passamos. O que eu não entendo é o ódio. O meu pai, que é uma pessoa cheia de defeitos como todos nós - e como todos os autores destes singelos insultos -, fez aquilo que lhe restava fazer. Quer se queira, quer não, ele faz parte da história da música em Portugal. Sozinho, ou com Ary dos Santos, ou para algumas das vozes mais apreciadas do público de hoje - Carminho, Carlos do Carmo, Marisa, são incontáveis - fez alguns dos temas que irão perdurar enquanto nos for permitido ouvir música. Pouco importa quem é o homem; isso fica reservado para a intimidade de quem o conhece. Eu conheço-o: é um tipo simpático e cheio de humor, que está bem com a vida e que, ontem, partiu com uma mala às costas e uma guitarra na mão, aos 65 anos, cansado deste país onde, mais cedo do que tarde, aqueles que o mandam para Cuba, a Coreia do Norte ou limpar WC's e cozinhas encontrarão, finalmente, a terra prometida: um lugar onde nada restará senão os reality shows da televisão, as telenovelas e a vergonha. Os nossos governantes têm-se preparado para anunciar, contentíssimos, que a crise acabou, esquecendo-se de dizer tudo o que acabou com ela. A primeira coisa foi a cultura, que é o património de um país. A segunda foi a felicidade, que está ausente dos rostos de quem anda na rua todos os dias. A terceira foi a esperança. E a quarta foi o meu pai, e outros como ele, que se recusam a ser governados por gente que fez tudo para dar cabo deste país - do país que ele, e milhões de pessoas como ele, cheias de defeitos, quiseram construir: um país melhor para os filhos e para os netos. Fracassaram nesse propósito; enganaram-se ao pensarem que podíamos mudar. Não queremos mudar. Queremos esta miséria, admitimo-la, deixamos passar. E alguns de nós até aí estão para insultar, do conforto dos seus sofás, quem, por não ter trabalho aqui - e precisar de trabalhar para, aos 65 anos, não se transformar num fantasma ou num pedinte - pegou nas malas e numa guitarra e se foi embora. Ontem, ao deitar-me, imaginei-o dentro do avião, sozinho, a sonhar com o futuro; bem-disposto, com um sorriso nos lábios. Eu vou ter muitas saudades dele, mas sou suspeito. Dói-me saber que, ontem, o meu pai se foi embora.

 

João Tordo

 

Retirado de João Tordo


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Frases do Facebook - o amor verdadeiro é uma história de longa espera

amor verdadeiro

 

o amor verdadeiro é uma história de longa espera


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Domingo, 29 de Novembro de 2015

Imagens do Facebook - Somos todos humanos, Racismo não!

sereshumanos.jpg

 

Somos todos humanos, Racismo não!

 


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Frases do Facebook - Se com tudo o que tens não és feliz, com o que te falta, tampouco ...

feliz3.jpg

 

Se com tudo o que tens não és feliz, com o que te falta, tampouco ...

 


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Imagens do Facebook - Dá para entender?

racismo.jpg

 

Dá para entender?

 


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O Papa Francisco no Facebook - Estamos próximos do natal ...

natal2.jpg

 

Estamos próximos ao Natal: teremos luzes, festas, árvores luminosas e presépio. Tudo falso: o mundo continua fazendo guerras. O mundo não entendeu o caminho da paz.”

 

Papa Francisco

 


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Sábado, 28 de Novembro de 2015

Frases do Facebook - Aprenda a dar a sua ausência a quem não aprecia a sua presença

Ausência

 

Aprenda a dar a sua ausência a quem não aprecia a sua presença


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Recados do Facebook - Sê realista, exige o impossível!

Sê realista, exige o impossível

 

Sê realista, exige o impossível!


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Frases do Facebook - às vezes é bom não ter ninguém, porque assim ninguém te machuca, ninguém te engana, ninguém te ilude e ninguém vai embora

Ninguém

 

às vezes é bom não ter ninguém, porque assim ninguém te machuca, ninguém te engana, ninguém te ilude e ninguém vai embora


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Ricardo Araújo Pereira - Assassinos sanguinários que se melindram facilmente

 

 

Quando o ayatollah Khomeini ordenou que Salman Rushdie fosse assassinado por ter escrito um livro, a ordem foi recebida com alguma compreensão. O escritor John Le Carré disse: "Não creio que possamos ser impertinentes em relação às grandes religiões impunemente." O arcebispo da Cantuária acrescentou: "Compreendo bem a reacção dos devotos muçulmanos, feridos naquilo que consideram mais sagrado, e pelo qual estariam dispostos a morrer." Quando Theo van Gogh foi assassinado por ter realizado um filme, aconteceu mais ou menos o mesmo. Um jornalista inglês, por exemplo, escreveu que o realizador tinha "abusado do seu direito à liberdade de expressão". Quando a violência deflagrou em vários sítios do mundo e cerca de 200 pessoas perderam a vida porque um jornal dinamarquês publicou uns desenhos, houve mais reacções parecidas. O Vaticano emitiu um comunicado que dizia: "O direito à liberdade de expressão (...) não pode implicar o direito a ofender o sentimento religioso dos crentes." O governo inglês considerou que a publicação dos desenhos foi "desnecessária", "insensível", "desrespeitadora" e "errada". O ministro português Freitas do Amaral afirmou que os desenhos ofendiam "as crenças ou sensibilidade religiosa dos povos muçulmanos" e acrescentou que a liberdade de expressão devia respeitar a liberdade de religião, concluindo: "liberdade sem limites não é liberdade, é licenciosidade". Quando vários cartunistas do Charlie Hebdo foram abatidos a tiro por terem desenhado uns bonecos, a culpa das vítimas voltou a ser referida. O Papa Francisco disse: "Não se pode provocar. Não se pode insultar a fé dos outros. Não se pode fazer troça da fé dos outros." Tony Barber, do Financial Times, escreveu: "seria útil que houvesse algum bom senso em publicações como o Charlie Hebdo (...) que reclamam estar a infligir um golpe pela liberdade quando provocam muçulmanos, mas estão apenas a ser estúpidos."

 

Esta semana, depois de mais de uma centena de pessoas ter sido assassinada por estar a ouvir música, a jantar num restaurante ou a ver um jogo de futebol, ainda ninguém veio chamar a atenção para o modo como o comportamento das vítimas ofendeu os fundamentalistas islâmicos. Permitam-me que seja o primeiro. A mesma sensibilidade com que algumas pessoas foram, ao longo do tempo, condenando certas provocações inaceitáveis aos assassinos, sempre tão susceptíveis, devia agora servir-lhes para detectar e repreender mais esta ofensa. Aquilo que as vítimas da passada sexta-feira estavam a fazer era tão afrontoso para os assassinos como escrever um livro, realizar um filme ou fazer um desenho: estavam a viver em liberdade. O comunicado no qual o estado islâmico reivindicou o atentado dizia que Paris tinha sido escolhida por ser "a capital do vício", que o Bataclan era um alvo por ser o sítio onde estavam reunidos "centenas de pagãos", que os terroristas tinham aberto fogo sobre "um ajuntamento de incréus" e que os ataques continuarão "enquanto continuarem a ofender o nosso profeta".

 

Felizmente, eu vivo num mundo em que temos a liberdade de nos ofendermos uns aos outros. Essa liberdade é fundamental, uma vez que as pessoas se ofendem com muitas coisas diferentes. Os bárbaros, por exemplo, ofendem-se primeiro com um livro, depois com um filme, depois com um desenho. E depois acabam por ofender-se com o facto de respirarmos. Talvez John Le Carré, Freitas do Amaral e o Papa considerem que devemos passar a respirar com mais respeito. Eu acho que isso é tão absurdo como escrever, filmar ou desenhar com o cuidado de não ferir a sensibilidade de assassinos.

 

Ricardo Araújo Pereira na Visão


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Frases do Facebook - Os homens a sério são gentis com os animais

Homens de Verdade

 

Os homens a sério são gentis com os animais


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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2015

Frases do Facebook - Não há um caminho para a paz, a paz é o caminho

Não há um caminho para a paz, a paz é o caminho

 

 

Não há um caminho para a paz, a paz é o caminho

 

No hay camino para la paz, la paz es el camino


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Simon Bolivar no Facebook - Quando a tirania se faz lei, a rebelião é um direito

Quando la tirania se hace ley la rebelion es un derecho

 

 

 

Quando la tirania se hace ley la rebelion es un derecho

Quando a tirania se faz lei, a rebelião é um direito

 

Simon Bolivar


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Zeca Afonso no Facebook - o que é preciso é criar desassossego

Desassossego

 

"Mas o que é preciso é criar desassossego. Quando começamos a procurar álibis para justificar o nosso conformismo, então está tudo lixado! E, quando isso acontecer comigo, eu até agradeço que os meus amigos me chamem à atenção e me critiquem.


Acho que, acima de tudo, é preciso agitar, não ficar parado, ter coragem, quer se trate de música ou de política. E nós, neste país, somos tão pouco corajosos que, qualquer dia, estamos reduzidos à condição de ‘homenzinhos’ e ‘mulherzinhas’. Temos é que ser gente, pá!“ 

 

José Afonso


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Laylow - Nunca Vimos (feat. Dygo)

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 


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José Luís Nunes Martins - O Medo do Fim

 

O Medo do Fim

Alguns pensam que a felicidade é a ausência de sofrimento... mas, na verdade, está errada essa ideia. A felicidade e o sofrimento são ambos pilares fundamentais da existência. Sem sofrimento a nossa humanidade não seria provada e os nossos dias não teriam valor. Assim também a felicidade, sendo a alegria mais profunda, é o que dá sentido a todas as noites... não são realidades que se possam medir, mas não deixam de ser algo tão concreto como as nossas duas mãos, que sempre trabalham em conjunto, sabendo cada uma o seu papel e o seu valor.

Evitar a dor não nos torna mais fortes.

Tememos as perdas. Tememos a morte. Talvez porque o nada é um abismo que assusta todos quantos têm uma vida com valor. Porque somos impelidos a defender o significado do que erguemos aqui. Não se quer aceitar que tudo quanto se construiu, durante uma vida, seja suprimido sem deixar rasto. Quantas vezes não é o momento do fim que se teme, mas antes o que se pode fazer até lá?  

Caminhar rumo ao desconhecido é uma prova de coragem e de fé diante das evidências deste mundo. Os olhos não querem ver nem as pernas caminhar, mas o caminho faz-se pela ousadia de acreditar e esperar ainda mais, ainda melhor.

Também há quem tema o fim por não saber lidar com momentos de balanço sérios às suas decisões e gestos, à forma como conduz a sua vida, àquilo que, afinal, escolheu ser... apesar de tudo. Nestas alturas de julgar as obras, neste tempo de verdade, há edificações interiores que se revelam... fragilidades e podridões que se manifestam, e que tememos que sejam... determinantes.

Há quem julgue que a profundidade da vida é coisa de histórias infantis... e oriente a sua existência rumo à superficialidade do ter: ao dinheiro, poder, títulos, casas, carros, festas, prazeres imediatos... Anulam-se. Desprezam-se, desprezando os outros, ignoram a possibilidade concreta de serem felizes, lá desde o fundo do seu bom coração de criança.

No final, o que importa mesmo é que tenhamos tido a força de fazer chegar aos outros o sorriso único que cada um traz no fundo de si... A essência. A alma. O amor. Quem não se ensinou a si próprio a viver assim, não estará preparado para viver depois do fim...

Só podemos compreender a plenitude da nossa identidade num horizonte de eternidade, na esperança da existência de um céu muito concreto. Um céu de que este mundo faz parte. Um céu que está próximo. Que se pode tocar aqui mesmo. Que se revela em cada gesto de sofrimento... e de amor.

Há que viver a certeza da esperança de que por detrás do que vemos não existe um nada, mas algo de muito bom. Não há esperança firme na vida enquanto não se a estender ao que está para além do que podemos conhecer aqui. Se nos reduzimos ao que somos nesta vida, então não somos nada. Esta vida é demasiado breve e limitada. Talvez a terra só exista para manifestar o céu.

O mistério da vida revela-se a cada momento. A eternidade está toda aqui e agora. Morremos a cada dia, mas também amamos e, por isso, todos os dias criamos algo de novo que não morrerá nunca.

O amor é a prova absoluta da eternidade. Não pode ser destruído, muito menos num instante só. Quem ama, sabe que vive... para sempre.

José Luís Nunes Martins, in 'Amor, Silêncios e Tempestades'

 
Retirado de Citador

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