Segunda-feira, 29 de Fevereiro de 2016

A Mafalda no Facebook - a melhor idade da vida é estar vivo

Mafalda

 

 

Que importam os anos? o que realmente importa é comprovar que a melhor idade da vida é estar vivo


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Bob Marley no Facebook - Riem-se de mim por eu ser diferente, eu rio-me de vocês porque são todos iguais

Diferentes

 

Riem-se de mim por eu ser diferente, eu rio-me de vocês porque são todos iguais

Bob Marley


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Henry Ford no Facebook - O fracasso é a oportunidade de recomeçar com mais inteligência e redobrada vontade

Fracasso

 

O fracasso é a oportunidade de recomeçar com mais inteligência e redobrada vontade

 

Henry Ford


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Matias Damasio - Loucos

 

Letra

 

Camões não inventou palavras
para exprimir esse momento
Anjos aplaudem nosso amor
nossa felicidade
nossa alegria
Até Deus sorriu pra nós
Nuvens formaram nossa imagem no céu, no céu
Coração explode pela boca
E a nossa voz fica rouca de tanto gritar te amo
de tanto gritar te amo
E o nosso amor é lindo
E nos faz feliz

Mas o mundo nos chama loucos
porque falamos sozinhos na rua
nos chamam loucos
porque contamos estrelas no céu
nos chamam loucos
porque tatuamos nossa imagem no coração

E cai neve em todas estações
E até no rádio dedicam-nos canções
O mundo rendem-se ao nosso sorriso
Somos exemplos do paraíso
Formamos um par perfeito
E a nossa chama se espalha
O sorriso encontra
Como é doce o beijo
Oho oho ohoho
Como é doce o beijo

Mas o mundo nos chama loucos
porque falamos sozinhos na rua
nos chamam loucos
porque contamos estrelas no céu
nos chamam loucos
porque tatuamos nossa imagem no coração

amoor
meu amor
te amo baby
baby, baby
O mundo nos chama loucos

 


publicado por olhar para o mundo às 10:13
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Luís Osório - "O meu pai"

luisosorio.png

 

"O meu pai"

 

Morreu tranquilo e apaziguado, fez ontem uma semana. Na última semana viu todas as pessoas que verdadeiramente lhe interessava ver – fez-nos rir, mostrou-se feliz pelo prémio de investigação que deveria receber em Novembro, mas ao contrário de todas as outras vezes não se comprometeu com mais uma redenção.

Há vinte e sete anos, também num dia de calor, fiquei destroçado. Informou-me que talvez fosse a nossa última conversa porque lhe fora diagnosticada uma doença que se mostrava fatal e infalível no seu rasto de destruição. Nesse dia, nesses primeiros dias, deixou-se ficar por casa, afundou-se na cama do quarto de sempre, contou as horas que faltavam para iniciar a viagem para o fim. Tudo nele parecia derrota, não pelo medo da morte mas pela irremediável sensação de que não se cumprira, pela terrível ideia que desperdiçara a sua vida.


Deu a volta às gavetas. Queimou as fotografias que tinha, as suas memórias, os sinais do que julgava ser o seu falhanço. Ficou assim algumas semanas e, num dia igual aos outros, sem que conseguisse explicar porquê, saiu do quarto e jurou aos mais próximos que decidira vencer a doença. Foi aí que renasceu. Foi nesse preciso momento que começou a viagem que o faria chegar, contra todas as expectativas, a um sítio onde apenas estão os que partem de consciência tranquila.


Esta é então a história de um homem que provou não existirem impossíveis. O homem que decidiu tirar num só dia todos os dentes porque o médico lhe disse que eram potenciais focos de infecção. O que fez questão de assumir a doença publicamente para combater a discriminação. O que resistiu à toxoplasmose, tuberculose, linfoma, meningite, septicemia, hepatite. O que esteve três vezes em coma e sem muitas esperanças de sobrevivência. O que durante tantos e tantos anos tomou mais de 50 comprimidos todos os dias. O que fez todas as quimioterapias possíveis. O que aproveitou os momentos disponíveis para investigar sobre o fado, para escrever várias colecções de referência, para ganhar prémios, dirigir o trabalho de associações de combate à discriminação, coordenar acções de formação e ajudar dezenas de doentes a acreditar que na vida cada um deve lutar até ao fim e não desistir.
Esta é a história do meu pai. De quem estive afastado uma vida e que tantas vezes não compreendi, o meu pai – militante comunista, exilado em Paris, co-fundador do grupo de Teatro A Barraca e filho de Alice, a mulher da sua vida. José Manuel Osório, chamava-se. Fez ontem uma semana que partiu. Tranquilo e apaziguado.
Nos últimos anos coordenou duas monumentais colecções de fado. Em 2005, organizou a convite de João Pinto de Sousa o projecto Todos os Fados, publicado pela revista Visão. Esteve na primeira linha entre os que fundaram o Museu do Fado, coordenou as Festas da Cidade de Lisboa e tudo isso depois de estar doente – quando quase todos pensavam em surdina que não acabaria o que tinha em mãos, ele pensava na próxima ideia a concretizar.


Essa é a sua marca, o motivo pelo qual me orgulho. À sombra da desconfiança de todos os olhares e com o terrível peso de uma doença que o destruía por dentro, soube e teve a coragem de construir uma obra e o sentido que lhe faltava.
Ao contrário das outras vezes, tantas e tantas que a sua morte foi antecipada, sabia que agora o tempo se estreitara. A última vez que estive com ele a sós não me falou de nenhum projecto que quisesse terminar. Limitou-se a sorrir. Estava pronto.
O primeiro texto que escrevi foi uma cunha sua. Joaquim Benite, ao tempo chefe de redacção do jornal Diário recebeu-me a seu pedido – «o teu pai está convencido que tens talento, diz-me coisas». Escrevi dois textos: sobre o movimento skinhead e uma entrevista ao Rodrigo Leão.
A primeira vez que fui sócio do Benfica foi ele que me inscreveu. Entrei pela sua mão na sede da Rua Jardim do Regedor, onde homens jogavam bilhar e comentavam jogos da véspera. Que felicidade a minha.


O primeiro filme interdito a maiores de 18 anos vi com ele. Nessa noite a RTP anunciara o Pato com Laranja, um erótico italiano e a avó Alice pediu-lhe para me tirar de casa. Para compensar levou-me ao Roma onde estava em exibição Pink Floyd The Wall. Não me parece que, em algum momento, lhe tenha passado pela cabeça que talvez aquelas imagens fossem demasiado violentas para uma criança que ainda não completara os dez anos. E não fizeram, pai.


A primeira vez que me deitei de madrugada foi depois de uma borga com ele. O primeiro concerto a que assisti foi com ele. Apresentou-me a Cunhal, Manuel Alegre, José Mário Branco, Ferré, Chico Buarque. O ursinho com que adormecia na infância era o mesmo que o adormecia…
No 8.º ano, por força da puberdade, tive seis negativas no segundo período. Convidou-me para jantar e, como se nada fosse, perguntou-me pelas notas. Informei-o de que tudo estava bem, como podia estar mal? Impassível, sem elevar a voz, disse-me que talvez existisse um equívoco: «Esta tarde estive no liceu e pareceu-me ter visto seis negativas. Não quero saber mais nada nem falar mais disto. Mas se for verdade quero que resolvas isso. Não tenho que me preocupar, pois não?».


Numa longa conversa, publicada num livro, confessou-me que gostaria de ouvir, antes de morrer, o Com que Voz de Amália Rodrigues. Se tivesse tempo escutaria ainda Maria Callas a interpretar ‘Casta Diva’, uma ária da Norma, de Vincenzo Bellini. Jantaria um bife no Pap’Açorda e arrumaria os livros no quarto para separar os que não podiam deixar de ficar para mim.


Oiço então Amália. E termino com as suas palavras: «Os meus dois netos são um caso à parte. É natural que olhe para eles de uma forma diferente, é até natural que olhe para eles como nunca olhei para ti. Mas normalmente olho para ti quando estás distraído. Assim que percebes, desvio o olhar. Como os dois miúdos não me perguntam ‘porque estás a olhar para mim?’, olho sem qualquer preocupação. Se um dia me perguntarem, também saberei desviar o olhar».


* A última palavra gostaria que ficasse para Ana Campos dos Reis, directora de serviços de apoio ao VIH da Santa Casa da Misericórdia. Ela foi o seu anjo, ela é um anjo. E para Tozé Brito e Manuel Faria, eles sabem porquê.

 

Luís Osório

 

Retirado de aqui


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Frases do Facebook - Tudo é energia e isso é tudo o que há

Tudo é energia

 

 

Tudo é energia e isso é tudo o que há. Sintonize a frequência que você deseja e, inevitavelmente, essa é a realidade que você terá. Não tem como ser diferente. Isso não é filosofia. É Física.

 

Segundo este site esta frase não é de Albert Einstein


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Troye Sivan - YOUTH

 

Letra

 

What if, what if we run away?
What if, what if we left today?
What if we said goodbye to safe and sound?
And what if, what if we're hard to find?
What if, what if we lost our minds?
What if we let them fall behind
And they're never found?

And when the lights start flashing
Like a photobooth
And the stars exploding, we'll be fireproof

My youth, my youth is yours
Trippin' on skies, sippin' waterfalls
My youth, my youth is yours
Runaway now and forevermore
My youth, my youth is yours
A truth so loud you can't ignore
My youth, my youth, my youth
My youth is yours

What if, what if we start to drive?
What if, what if we close our eyes?
What if we're speeding through red lights into paradise?
Cause we've no time for getting old
Mortal body; timeless souls
Cross your fingers, here we go

And when the lights start flashing
Like a photobooth
And the stars exploding, we'll be fireproof

My youth, my youth is yours
Trippin' on skies, sippin' waterfalls
My youth, my youth is yours
Runaway now and forevermore
My youth, my youth is yours
A truth so loud you can't ignore
My youth, my youth, my youth
My youth is yours

My youth, my youth is yours
Trippin' on skies, sippin' waterfalls
My youth, my youth is yours
Runaway now and forevermore
My youth, my youth is yours
A truth so loud you can't ignore
My youth, my youth, my youth
My youth is yours
My youth is yours
My youth is yours

 


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Domingo, 28 de Fevereiro de 2016

Rumi no Facebook - A tua estrada é só tua, outros podem andar a teu lado, mas ninguém pode andar por ti

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A tua estrada é só tua, outros podem andar a teu lado, mas ninguém pode andar por ti

Rumi

 


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Frases do Facebook - Prossiga, o que passou não volta mais

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Prossiga, o que passou não volta mais

 


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Carl Jung no Facebook - Todos nascemos originais e morremos cópias

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Todos nascemos originais e morremos cópias

Carl Jung

 


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Luís Osório - Só entre nós

luisosorio.png

 

Só entre nós

 

Um dia não são dias – é a primeira crónica do ano e com ela partilho consigo cada um dos meus desejos. Bem, não propriamente desejos.


No final do ano, troquei-os por pensamentos. Um pouco desproporcionado, sei-o bem. Mas arrisco na certeza de que a nossa relação se estreitou; afinal, escrevo-lhe quase todas as semanas vai para dois anos, tempo suficiente.

 

A avó que me resta, a bela Alice, contou-me várias vezes a história de Américo de Oliveira. Seu padrinho e uma espécie de pai adoptivo do meu bisavô, foi figura heróica da Instauração da República e um influente das ideias carbonárias. Américo, de quem Mário Soares também é afilhado, morava na Travessa dos Lóios, no bairro do Castelo, e um dia, depois de ter almoçado carapauzinhos com açorda, virou-se para a pequena Alice e confessou-lhe: «Hoje estou convencido de que nenhum ser humano em qualquer país do mundo comeu melhor do que eu, absolutamente nenhum».

 

Além da genuína satisfação gastronómica, Américo quis também dizer que os tempos difíceis nunca serão capazes de ferir o essencial. Bastará para isso que não o deixemos. Tenho pensado nisso… basicamente o mesmo que me contou Belmiro de Azevedo numa conversa já publicada – «a sandes que comia na minha difícil infância sabiam-me tão bem ou melhor do que as refeições que pude provar nos melhores restaurantes do mundo».

 

Um ensinamento para estes tempos. Independentemente da defesa de convicções e direitos – quando isso deixar de acontecer desaparece a democracia tal como a conhecemos – saibamos saborear o que temos com um paladar de príncipes. Se o fizermos certamente será mais difícil o paladar nos azedar.

 

Atrevo-me então aos desejos. Um a um e sem qualquer critério especial. Jurei a mim próprio não pensar em nomes ou situações concretas. Nem desejar. Só pensamentos para o novo ano. Doze. Do tamanho das passas dos desejos.

 

Saiu-me assim:

 

 

 

 

Luís Osório

Retirado de aqui


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Sábado, 27 de Fevereiro de 2016

Frases do Facebook - Com o tempo percebemos que as pessoas são como os livros, algumas enganam pela capa, outras surpreendem pelo conteúdo

livros.png

 

Com o tempo percebemos que as pessoas são como os livros, algumas enganam pela capa, outras  surpreendem pelo conteúdo

 


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Frases do Facebook - aquele que não tem tempo para cuidar da saúde

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aquele que não tem tempo para cuidar da saúde, terá que arranjar tempo para cuidar da doença

 


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Mia Couto no Facebook - Dói-me a vida, doutor

miacouto.jpg

 

— Dói-te alguma coisa?

—Dói-me a vida, doutor.

O doutor suspendeu a escrita. A resposta, sem dúvida, o surpreendera. Já Dona Serafina aproveitava o momento: Está a ver, doutor? Está ver? O médico voltou a erguer os olhos e a enfrentar o miúdo:

— E o que fazes quando te assaltam essas dores?

— O que melhor sei fazer, excelência.

— E o que é?

— É sonhar.

 


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Frases do Facebook - Mãe: palavra pequena, mas com um significado infinito

mãe.jpg

 

Mãe: palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria. Ser mãe não é só dar a luz e sim, participar da vida dos seus frutos gerados ou criados. Obrigado por termos você.

Desconhecido

 


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Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2016

Donald Trump no Facebook

donaldtrupm.jpg

 

Donald Trump Versus Hitler

 


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Bob Marley no Facebook - Prefiro perder a guerra e ganhar a paz

Guerra

 

 

Prefiro perder a guerra e ganhar a paz

Bob Marley


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Georg Lichtenberg no Facebook - Quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito

 Vergonha

 

Quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito

Georg Lichtenberg


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Raq Piffer no Facebook - Ignore quem é hostil, Pessoas maldosas escorregam no próprio veneno

 Hostil

 

Ignore quem é hostil, Pessoas maldosas escorregam no próprio veneno

Raq Piffer


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Jesus também tinha dois pais

af_cartaz_jesus_2_0.jpg

 

 

Imagem de Esquerda Net

 


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Matias Damásio - Matemática do Amor

 

Letra

 

Inventei formulas
Para te subtrair
Da minha vida
Do meu destino
Do meu coração

Multipliquei teus defeitos
Para deixar de ti amar
Somei teus erros
Para parar de pensar em ti

Mafiei os números
Forjei os resultados
Enganando a mi mesmo
Me convencendo de que não te amava mais

Mas na minha equação
Ignorei o elemento coração
Que ainda é e sempre vai ser teu

Te amo de um milhão
Raiz quadrada do meu coração
He he he.....
Te amo de um milhão
Raiz quadrada do meu coração
He he he.....

Ignorei os sinais
Te procurei nas camazuzas
Que caíram na minha rede
Mas não...... Não te encontrei

Esbanjei lágrimas e dinheiro nas rolutes da cidade
Quantas vezes gritei alto teu nome
Com lágrimas de saudades

Te procurei no musseque
Não te encontrei.....
Te procurei no casco urbano
Não te encontrei......
Já passou mais de um ano
Não te encontrei......
Não te encontrei......
Não te encontrei......

Te amo de um milhão
Raiz quadrada do meu coração
He he he.....
Te amo de um milhão
Raiz quadrada do meu coração
He he he.....

És a receita para eu ser feliz
O ingrediente que faltava
Que a muito tempo quero
Quero.....

És a solução para eu sorrir diante dos problemas
O adictivo certo para melhorar a minha vida
És o antibiótico perfeito para sarar a minha ferida
És a formula mágica
A razão mais logica
Para eu gritar
Te amo te amo te amo.....
Te amo te amo te amo.....

Te amo de um milhão
Raiz quadrada do meu coração
He he he.....
Te amo de um milhão
Raiz quadrada do meu coração
He he he.....

 


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Miguel Esteves Cardoso - Raios os partam!

Miguel Esteves Cardoso

 

Raios os partam!

 

Quero matar os comentadores da SIC, esses grandes sábios e futebolistas que disseram de todos os jogadores do Benfica que "tinham a obrigação" de jogar assado em vez de assim.

 

Perto do fim da primeira parte - durante a qual o Benfica conseguiu alcançar um benéfico empate a zero golos - os palreiros da SIC juraram mastigadamente que nunca tinham visto um Benfica tão reles.

 

O fim da primeira parte pertenceu ao Benfica mas eles fizeram questão de comentar que quem tivesse chegado naquele momento a casa, com o rádio avariado (isto porque os relatos radiofónicos são sempre superiores aos televisivos), ficaria com uma impressão errada do Benfica estar a jogar bem.

 

Os comentadores vão sempre atrás dos últimos dois minutos de jogo. Se o Benfica joga bem até nem se importam de passar por benfiquistas. Mas odefault é sempre indolentemente palerma: "está a errar muito o Benfica" dizem, quando faltavam 15 minutos para o desejado zero-a-zero.

 

A verdade é que o Benfica foi a Turim para empatar a zero. Essas eram a verdade e a vontade benfiquistas. Assim bastaria ganhar no prolongamento.

 

Nos últimos dez minutos o Benfica mostrou sobreviver, magnificamente, à mesma prosaica presença dos sevilhanos.

 

O zero-a-zero poupou a vida dos comentadores da SIC: que parvos!

 

Não há maior tristeza do que uma alegria negada até ao último momento. Ora mal. Fica: raios os partam, mais o Sevilha! 

 

Miguel Esteves Cardoso

Público  15.05.2014


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George Orwell no Facebook - Numa época de mentiras universais, dizer a verdade é um ato revolucionário

Numa época de mentiras universais, dizer a verdade é um ato revolucionário

 

 

Numa época de mentiras universais, dizer a verdade é um ato revolucionário

George Orwell


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Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2016

Bob Marley no Facebook - A vida não acaba quando deixamos de viver e sim quando deixamos de lutar por ela

Vida

 

 

A vida não acaba quando deixamos de viver e sim quando deixamos de lutar por ela

Bob Marley


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Frases do Facebook - A vantagem de ser honesto é que a concorrência é pequena

 A vantagem de ser honesto é que a concorrência é pequena

 

A vantagem de ser honesto é que a concorrência é pequena


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Frases do Facebook -Todo o mundo erra, nem todo o mundo perdoa

Todo o mundo erra, nem todo o mundo perdoa

 

 

Todo o mundo erra, nem todo o mundo perdoa


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Ildo Lobo - Cusas Di Coracon

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música


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Luís Osório - Os Filhos dos Retornados Chegaram ao Poder

luisosorio.png

 

Os Filhos dos Retornados Chegaram ao Poder

 

Em 1975, meio milhão de portugueses das colónias desembarcavam em Lisboa com uma mão à frente e outra atrás.

 

Em Angola e Moçambique, sobretudo aí, eram donos do espaço e viviam sem preocupações de tempo ou angústias financeiras. Para eles, a morte do Estado Novo trouxe-lhes o fim do paraíso e abriu-lhe as portas a um inferno que nunca poderão esquecer.

 

Para muitos, Mário Soares é a besta negra. Responsabilizam-no, mais do que a Cunhal, por exemplo, por tudo ter corrido mal. Por muito que o fundador do Partido Socialista fale no peso das circunstâncias ou na pressão internacional motivada pelo equilíbrio de poder entre americanos e russos, o certo é que poucos o ouviram ou ouvem. Quase 40 anos depois, pouco interessa a questão da culpa ou da inocência, para eles é o homem que podia ter evitado e não evitou. O réu para os que perderam tudo o que tinham. Para os que chegaram nas pontes aéreas e foram tratados como brancos de segunda, tratados como, porventura, alguns de entre eles tratavam os negros em Angola e Moçambique.

 

Retornados. Nome que é um rótulo, um peso que os marcou como ferro em brasa. Ainda assim, um processo que correu anormalmente bem – sobretudo se comparado ao que acontecera com as descolonizações francesas. As pessoas foram distribuídas por todo o território, de Norte a Sul os que a si próprios se definiam como ‘espoliados’ puderam recomeçar. Do zero, claro. E os seus filhos, pequenos ou ainda por nascer, também pagaram o preço da profunda infelicidade dos pais, um peso que certamente os terá influenciado. Para o bem e para o mal.

 

Para o mal, o ressentimento. Para o bem, a vontade de ganhar e uns horizontes mais largos do que a maioria dos que, na metrópole, haviam nascido. Habituados à terra a perder de vista estavam capacitados para ver mais longe e com maior alcance. Vários reconstruíram riquezas, montaram negócios, fizeram boas carreiras.

 

Onde quero chegar? A um ponto interessante e fundamental para balizar a nossa história contemporânea. Porque este é o tempo em que os filhos desses homens e mulheres obrigados a começar tudo de novo, filhos do ressentimento e de uma África de largos horizontes, chegaram ao poder.

 

O facto poderá ser visto por alguns como uma prova de que as feridas não estão saradas, justificando as medidas do actual Governo como uma espécie de vingança psicanalítica. Mas para outros será o ponto final parágrafo numa narrativa de sucesso, a história de 500 mil portugueses que perderam uma vida e começaram do zero numa terra que, na verdade, tantos não conheciam.

 

Para os primeiros, é a prova de que o ressentimento passa de pais para filhos. Para os segundos, a prova de que Portugal soube sarar as feridas e incorporar a força, o talento e o largo olhar dos que regressaram.

 

Os críticos terão mais um motivo para atacar porque se convencerão que é gente que deseja ajustar contas. Os que acreditam dirão que é a grande oportunidade de Portugal mudar na sua mentalidade.

 

Mudar esta tendência para que, em todas as épocas da História, as elites perguntem se existe futuro para o nosso país. Como escrevi há uns dias, num ‘postal’ para amigos: «É uma marca genética, um traço que nos distingue dos alemães, ingleses ou franceses; ao contrário deles, banhados de certezas, temos a arrogância da dúvida permanente. Somos orgulhosos, mas fazemos por escondê-lo, como se fôssemos cristãos a rezar nas catacumbas após a morte de Cristo. Quando falamos do que somos, dizemos ‘os portugueses’ e não ‘nós, os portugueses’. Somos o que somos. Umas vezes, tanto. Outras vezes, nada. Adoramos o que detestamos, odiamos o que amamos. Temos o Sol, mas inventámos o fado. Falamos de medo e partimos à conquista do mundo. Temos inveja e somos generosos. Somos uma coisa e o seu contrário».

 

A história e os cobradores de fraque decretaram-nos da urgência de mudar. A delícia da inconstância é boa para salões e crédito, e uma tragédia para quem perdeu anéis e já só tem os dedos para oferecer.

 

Nesta perspectiva, ter Pedro Passos Coelho em São Bento é uma boa notícia. Ainda não completara os dez anos quando Salgueiro Maia e os capitães de Abril impuseram o fim do Estado Novo ao compasso da voz de Zeca Afonso. Com uma infância angolana, como Miguel Relvas, viu os pais lutarem com dificuldades e sacrifício para alcançar um futuro para os seus filhos.

 

Em 1974, e no regresso dos retornados nas célebres pontes aéreas de um ano depois, ninguém daria nada por aqueles miúdos de calções e, certamente, olhar assustado. Não passavam de brancos de segunda. Ressentidos e sem futuro.

 

Afinal, o futuro revelou-se de um outro modo. Como aliás sempre acontece. Os filhos conquistaram o poder. E uma parte de Portugal, tal como aconteceu com os seus pais, grita para que desapareçam, para que tenham vergonha na cara, para que nunca mais voltem.

 

O ressentimento tem sempre múltiplas faces, está em todo o lado e não é exclusivo de ninguém em particular. É democrático. Um património de todos. Infelizmente.

 

A História é uma maravilhosa caixa de surpresas, não é?

 

Retirado do Sol


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Frases do Facebook - Mulheres magras são como calças sem bolsos

Mulheres magras

 

Mulheres magras são como calças sem bolsos

Onde é que  o homem vai meter as mãos?


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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2016

Frases do Facebook - Herança é aquilo que os mortos deixam para que os vivos se matem

 Herança

 

Herança é aquilo que os mortos deixam para que os vivos se matem


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