Segunda-feira, 29 de Fevereiro de 2016

A Mafalda no Facebook - a melhor idade da vida é estar vivo

Mafalda

 

 

Que importam os anos? o que realmente importa é comprovar que a melhor idade da vida é estar vivo


publicado por olhar para o mundo às 21:13
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Bob Marley no Facebook - Riem-se de mim por eu ser diferente, eu rio-me de vocês porque são todos iguais

Diferentes

 

Riem-se de mim por eu ser diferente, eu rio-me de vocês porque são todos iguais

Bob Marley


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Henry Ford no Facebook - O fracasso é a oportunidade de recomeçar com mais inteligência e redobrada vontade

Fracasso

 

O fracasso é a oportunidade de recomeçar com mais inteligência e redobrada vontade

 

Henry Ford


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Matias Damasio - Loucos

 

Letra

 

Camões não inventou palavras
para exprimir esse momento
Anjos aplaudem nosso amor
nossa felicidade
nossa alegria
Até Deus sorriu pra nós
Nuvens formaram nossa imagem no céu, no céu
Coração explode pela boca
E a nossa voz fica rouca de tanto gritar te amo
de tanto gritar te amo
E o nosso amor é lindo
E nos faz feliz

Mas o mundo nos chama loucos
porque falamos sozinhos na rua
nos chamam loucos
porque contamos estrelas no céu
nos chamam loucos
porque tatuamos nossa imagem no coração

E cai neve em todas estações
E até no rádio dedicam-nos canções
O mundo rendem-se ao nosso sorriso
Somos exemplos do paraíso
Formamos um par perfeito
E a nossa chama se espalha
O sorriso encontra
Como é doce o beijo
Oho oho ohoho
Como é doce o beijo

Mas o mundo nos chama loucos
porque falamos sozinhos na rua
nos chamam loucos
porque contamos estrelas no céu
nos chamam loucos
porque tatuamos nossa imagem no coração

amoor
meu amor
te amo baby
baby, baby
O mundo nos chama loucos

 


publicado por olhar para o mundo às 10:13
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Luís Osório - "O meu pai"

luisosorio.png

 

"O meu pai"

 

Morreu tranquilo e apaziguado, fez ontem uma semana. Na última semana viu todas as pessoas que verdadeiramente lhe interessava ver – fez-nos rir, mostrou-se feliz pelo prémio de investigação que deveria receber em Novembro, mas ao contrário de todas as outras vezes não se comprometeu com mais uma redenção.

Há vinte e sete anos, também num dia de calor, fiquei destroçado. Informou-me que talvez fosse a nossa última conversa porque lhe fora diagnosticada uma doença que se mostrava fatal e infalível no seu rasto de destruição. Nesse dia, nesses primeiros dias, deixou-se ficar por casa, afundou-se na cama do quarto de sempre, contou as horas que faltavam para iniciar a viagem para o fim. Tudo nele parecia derrota, não pelo medo da morte mas pela irremediável sensação de que não se cumprira, pela terrível ideia que desperdiçara a sua vida.


Deu a volta às gavetas. Queimou as fotografias que tinha, as suas memórias, os sinais do que julgava ser o seu falhanço. Ficou assim algumas semanas e, num dia igual aos outros, sem que conseguisse explicar porquê, saiu do quarto e jurou aos mais próximos que decidira vencer a doença. Foi aí que renasceu. Foi nesse preciso momento que começou a viagem que o faria chegar, contra todas as expectativas, a um sítio onde apenas estão os que partem de consciência tranquila.


Esta é então a história de um homem que provou não existirem impossíveis. O homem que decidiu tirar num só dia todos os dentes porque o médico lhe disse que eram potenciais focos de infecção. O que fez questão de assumir a doença publicamente para combater a discriminação. O que resistiu à toxoplasmose, tuberculose, linfoma, meningite, septicemia, hepatite. O que esteve três vezes em coma e sem muitas esperanças de sobrevivência. O que durante tantos e tantos anos tomou mais de 50 comprimidos todos os dias. O que fez todas as quimioterapias possíveis. O que aproveitou os momentos disponíveis para investigar sobre o fado, para escrever várias colecções de referência, para ganhar prémios, dirigir o trabalho de associações de combate à discriminação, coordenar acções de formação e ajudar dezenas de doentes a acreditar que na vida cada um deve lutar até ao fim e não desistir.
Esta é a história do meu pai. De quem estive afastado uma vida e que tantas vezes não compreendi, o meu pai – militante comunista, exilado em Paris, co-fundador do grupo de Teatro A Barraca e filho de Alice, a mulher da sua vida. José Manuel Osório, chamava-se. Fez ontem uma semana que partiu. Tranquilo e apaziguado.
Nos últimos anos coordenou duas monumentais colecções de fado. Em 2005, organizou a convite de João Pinto de Sousa o projecto Todos os Fados, publicado pela revista Visão. Esteve na primeira linha entre os que fundaram o Museu do Fado, coordenou as Festas da Cidade de Lisboa e tudo isso depois de estar doente – quando quase todos pensavam em surdina que não acabaria o que tinha em mãos, ele pensava na próxima ideia a concretizar.


Essa é a sua marca, o motivo pelo qual me orgulho. À sombra da desconfiança de todos os olhares e com o terrível peso de uma doença que o destruía por dentro, soube e teve a coragem de construir uma obra e o sentido que lhe faltava.
Ao contrário das outras vezes, tantas e tantas que a sua morte foi antecipada, sabia que agora o tempo se estreitara. A última vez que estive com ele a sós não me falou de nenhum projecto que quisesse terminar. Limitou-se a sorrir. Estava pronto.
O primeiro texto que escrevi foi uma cunha sua. Joaquim Benite, ao tempo chefe de redacção do jornal Diário recebeu-me a seu pedido – «o teu pai está convencido que tens talento, diz-me coisas». Escrevi dois textos: sobre o movimento skinhead e uma entrevista ao Rodrigo Leão.
A primeira vez que fui sócio do Benfica foi ele que me inscreveu. Entrei pela sua mão na sede da Rua Jardim do Regedor, onde homens jogavam bilhar e comentavam jogos da véspera. Que felicidade a minha.


O primeiro filme interdito a maiores de 18 anos vi com ele. Nessa noite a RTP anunciara o Pato com Laranja, um erótico italiano e a avó Alice pediu-lhe para me tirar de casa. Para compensar levou-me ao Roma onde estava em exibição Pink Floyd The Wall. Não me parece que, em algum momento, lhe tenha passado pela cabeça que talvez aquelas imagens fossem demasiado violentas para uma criança que ainda não completara os dez anos. E não fizeram, pai.


A primeira vez que me deitei de madrugada foi depois de uma borga com ele. O primeiro concerto a que assisti foi com ele. Apresentou-me a Cunhal, Manuel Alegre, José Mário Branco, Ferré, Chico Buarque. O ursinho com que adormecia na infância era o mesmo que o adormecia…
No 8.º ano, por força da puberdade, tive seis negativas no segundo período. Convidou-me para jantar e, como se nada fosse, perguntou-me pelas notas. Informei-o de que tudo estava bem, como podia estar mal? Impassível, sem elevar a voz, disse-me que talvez existisse um equívoco: «Esta tarde estive no liceu e pareceu-me ter visto seis negativas. Não quero saber mais nada nem falar mais disto. Mas se for verdade quero que resolvas isso. Não tenho que me preocupar, pois não?».


Numa longa conversa, publicada num livro, confessou-me que gostaria de ouvir, antes de morrer, o Com que Voz de Amália Rodrigues. Se tivesse tempo escutaria ainda Maria Callas a interpretar ‘Casta Diva’, uma ária da Norma, de Vincenzo Bellini. Jantaria um bife no Pap’Açorda e arrumaria os livros no quarto para separar os que não podiam deixar de ficar para mim.


Oiço então Amália. E termino com as suas palavras: «Os meus dois netos são um caso à parte. É natural que olhe para eles de uma forma diferente, é até natural que olhe para eles como nunca olhei para ti. Mas normalmente olho para ti quando estás distraído. Assim que percebes, desvio o olhar. Como os dois miúdos não me perguntam ‘porque estás a olhar para mim?’, olho sem qualquer preocupação. Se um dia me perguntarem, também saberei desviar o olhar».


* A última palavra gostaria que ficasse para Ana Campos dos Reis, directora de serviços de apoio ao VIH da Santa Casa da Misericórdia. Ela foi o seu anjo, ela é um anjo. E para Tozé Brito e Manuel Faria, eles sabem porquê.

 

Luís Osório

 

Retirado de aqui


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Frases do Facebook - Tudo é energia e isso é tudo o que há

Tudo é energia

 

 

Tudo é energia e isso é tudo o que há. Sintonize a frequência que você deseja e, inevitavelmente, essa é a realidade que você terá. Não tem como ser diferente. Isso não é filosofia. É Física.

 

Segundo este site esta frase não é de Albert Einstein


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Troye Sivan - YOUTH

 

Letra

 

What if, what if we run away?
What if, what if we left today?
What if we said goodbye to safe and sound?
And what if, what if we're hard to find?
What if, what if we lost our minds?
What if we let them fall behind
And they're never found?

And when the lights start flashing
Like a photobooth
And the stars exploding, we'll be fireproof

My youth, my youth is yours
Trippin' on skies, sippin' waterfalls
My youth, my youth is yours
Runaway now and forevermore
My youth, my youth is yours
A truth so loud you can't ignore
My youth, my youth, my youth
My youth is yours

What if, what if we start to drive?
What if, what if we close our eyes?
What if we're speeding through red lights into paradise?
Cause we've no time for getting old
Mortal body; timeless souls
Cross your fingers, here we go

And when the lights start flashing
Like a photobooth
And the stars exploding, we'll be fireproof

My youth, my youth is yours
Trippin' on skies, sippin' waterfalls
My youth, my youth is yours
Runaway now and forevermore
My youth, my youth is yours
A truth so loud you can't ignore
My youth, my youth, my youth
My youth is yours

My youth, my youth is yours
Trippin' on skies, sippin' waterfalls
My youth, my youth is yours
Runaway now and forevermore
My youth, my youth is yours
A truth so loud you can't ignore
My youth, my youth, my youth
My youth is yours
My youth is yours
My youth is yours

 


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Domingo, 28 de Fevereiro de 2016

Rumi no Facebook - A tua estrada é só tua, outros podem andar a teu lado, mas ninguém pode andar por ti

estrada.jpg

 

A tua estrada é só tua, outros podem andar a teu lado, mas ninguém pode andar por ti

Rumi

 


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Frases do Facebook - Prossiga, o que passou não volta mais

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Prossiga, o que passou não volta mais

 


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Carl Jung no Facebook - Todos nascemos originais e morremos cópias

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Todos nascemos originais e morremos cópias

Carl Jung

 


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Luís Osório - Só entre nós

luisosorio.png

 

Só entre nós

 

Um dia não são dias – é a primeira crónica do ano e com ela partilho consigo cada um dos meus desejos. Bem, não propriamente desejos.


No final do ano, troquei-os por pensamentos. Um pouco desproporcionado, sei-o bem. Mas arrisco na certeza de que a nossa relação se estreitou; afinal, escrevo-lhe quase todas as semanas vai para dois anos, tempo suficiente.

 

A avó que me resta, a bela Alice, contou-me várias vezes a história de Américo de Oliveira. Seu padrinho e uma espécie de pai adoptivo do meu bisavô, foi figura heróica da Instauração da República e um influente das ideias carbonárias. Américo, de quem Mário Soares também é afilhado, morava na Travessa dos Lóios, no bairro do Castelo, e um dia, depois de ter almoçado carapauzinhos com açorda, virou-se para a pequena Alice e confessou-lhe: «Hoje estou convencido de que nenhum ser humano em qualquer país do mundo comeu melhor do que eu, absolutamente nenhum».

 

Além da genuína satisfação gastronómica, Américo quis também dizer que os tempos difíceis nunca serão capazes de ferir o essencial. Bastará para isso que não o deixemos. Tenho pensado nisso… basicamente o mesmo que me contou Belmiro de Azevedo numa conversa já publicada – «a sandes que comia na minha difícil infância sabiam-me tão bem ou melhor do que as refeições que pude provar nos melhores restaurantes do mundo».

 

Um ensinamento para estes tempos. Independentemente da defesa de convicções e direitos – quando isso deixar de acontecer desaparece a democracia tal como a conhecemos – saibamos saborear o que temos com um paladar de príncipes. Se o fizermos certamente será mais difícil o paladar nos azedar.

 

Atrevo-me então aos desejos. Um a um e sem qualquer critério especial. Jurei a mim próprio não pensar em nomes ou situações concretas. Nem desejar. Só pensamentos para o novo ano. Doze. Do tamanho das passas dos desejos.

 

Saiu-me assim:

 

 

 

 

Luís Osório

Retirado de aqui


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Sábado, 27 de Fevereiro de 2016

Frases do Facebook - Com o tempo percebemos que as pessoas são como os livros, algumas enganam pela capa, outras surpreendem pelo conteúdo

livros.png

 

Com o tempo percebemos que as pessoas são como os livros, algumas enganam pela capa, outras  surpreendem pelo conteúdo

 


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Frases do Facebook - aquele que não tem tempo para cuidar da saúde

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aquele que não tem tempo para cuidar da saúde, terá que arranjar tempo para cuidar da doença

 


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Mia Couto no Facebook - Dói-me a vida, doutor

miacouto.jpg

 

— Dói-te alguma coisa?

—Dói-me a vida, doutor.

O doutor suspendeu a escrita. A resposta, sem dúvida, o surpreendera. Já Dona Serafina aproveitava o momento: Está a ver, doutor? Está ver? O médico voltou a erguer os olhos e a enfrentar o miúdo:

— E o que fazes quando te assaltam essas dores?

— O que melhor sei fazer, excelência.

— E o que é?

— É sonhar.

 


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Frases do Facebook - Mãe: palavra pequena, mas com um significado infinito

mãe.jpg

 

Mãe: palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria. Ser mãe não é só dar a luz e sim, participar da vida dos seus frutos gerados ou criados. Obrigado por termos você.

Desconhecido

 


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Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2016

Donald Trump no Facebook

donaldtrupm.jpg

 

Donald Trump Versus Hitler

 


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Bob Marley no Facebook - Prefiro perder a guerra e ganhar a paz

Guerra

 

 

Prefiro perder a guerra e ganhar a paz

Bob Marley


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Georg Lichtenberg no Facebook - Quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito

 Vergonha

 

Quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito

Georg Lichtenberg


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Raq Piffer no Facebook - Ignore quem é hostil, Pessoas maldosas escorregam no próprio veneno

 Hostil

 

Ignore quem é hostil, Pessoas maldosas escorregam no próprio veneno

Raq Piffer


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Jesus também tinha dois pais

af_cartaz_jesus_2_0.jpg

 

 

Imagem de Esquerda Net

 


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