Quinta-feira, 3 de Novembro de 2016

Frases de Mia Couto no Facebook - O pai estava sentado sob a palmeira a ver o mundo perder peso

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O pai estava sentado sob a palmeira a ver o mundo perder peso. Saboreava a carícia da preguiça dominical. Domingo não é um dia. É uma ausência de dia

Mia Couto

 


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Terça-feira, 27 de Setembro de 2016

Frases do Facebook - um pai é ....

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Terça-feira, 20 de Setembro de 2016

Humor no facebook - Regras para namorar minha filha

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1. Arrume um emprego antes namorar minha princesa.
2. Entenda que eu não gosto de você.
3. Eu estou em todos os lugares.
4. Se você machucá-la, eu vou te machucar.
5. Traga ela de volta antes do horário combinado.
6. Arrume um advogado.
7. Se você mentir para mim, eu vou descobrir.
8. Ela é minha princesa, não sua conquista.
9. Encontros apenas em lugares públicos, se quer um romance, leia um livro.
10. O que você fizer com ela, eu farei com você.

 

 


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Quinta-feira, 1 de Setembro de 2016

Frases do Facebook - 1 + 1 = 3 , a soma do amor

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1 + 1 = 3 , a soma do amor


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Quinta-feira, 25 de Agosto de 2016

O meu filho disse-me hoje que é gay

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O meu filho disse-me hoje que é gay, eu fiquei aliviado, pensei que ele me ia dizer que queria ser padre, ou uma merda qualquer pelo estilo

 

my son told me today that he is a gay. i was so relieved i thought he was going to tell me he wanted to be a priest or some perverted shit like that


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Sábado, 20 de Agosto de 2016

Frases do Facebook - Uma mãe solteira é como qualquer outra mãe... mas com os tomates que faltaram ao pai

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Uma mãe solteira é como qualquer outra mãe... mas com os tomates que faltaram ao pai

 


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Quarta-feira, 10 de Agosto de 2016

Frases do Facebook - O que são os direitos humanos? - Uma coisa de ricos

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- Pai, O  que são os direitos humanos?

- Uma coisa de ricos

 

Papá, que son los derechos humanos?

Una cosa de ricos


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Sexta-feira, 24 de Junho de 2016

José Luís Peixoto - Pai, Quero que Saibas

José Luís Peixoto

 

Pai, Quero que Saibas

 

É o teu rosto que encontro. Contra nós, cresce a manhã, o dia, cresce uma luz fina. Olho-te nos olhos. Sim, quero que saibas, não te posso esconder, ainda há uma luz fina sobre tudo isto. Tudo se resume a esta luz fina a recordar-me todo o silêncio desse silêncio que calaste. Pai. Quero que saibas, cresce uma luz fina sobre mim que sou sombra, luz fina a recortar-me de mim, ténue, sombra apenas. Não te posso esconder, depois de ti, ainda há tudo isto, toda esta sombra e o silêncio e a luz fina que agora és. 

José Luís Peixoto, in 'Morreste-me'


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Domingo, 24 de Abril de 2016

Humor no Facebook - O que significa ser homem?

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-Pai, O que significa ser homem?

-Significa tomar as decisões, cuidar do dinheiro, mandar em casa

-Um dia quer oser homem como a mãe!

 


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Quarta-feira, 9 de Março de 2016

Pai - José Luís Peixoto

Pai

Pai. A tarde dissolve-se sobre a terra, sobre a nossa casa. O céu desfia um sopro quieto nos rostos. Acende-se a lua. Translúcida, adormece um sono cálido nos olhares. Anoitece devagar. Dizia nunca esquecerei, e lembro-me. Anoitecia devagar e, a esta hora, nesta altura do ano, desenrolavas a mangueira com todos os preceitos e, seguindo regras certas, regavas as árvores e as flores do quintal; e tudo isso me ensinavas, tudo isso me explicavas. Anda cá ver, rapaz. E mostravas-me. Pai. Deixaste-te ficar em tudo. Sobrepostos na mágoa indiferente deste mundo que finge continuar, os teus movimentos, o eclipse dos teus gestos. E tudo isto é agora pouco para te conter. Agora, és o rio e as margens e a nascente; és o dia, e a tarde dentro do dia, e o sol dentro da tarde; és o mundo todo por seres a sua pele. Pai. Nunca envelheceste, e eu queria ver-te velho, velhinho aqui no nosso quintal, a regar as árvores, a regar as flores. Sinto tanta falta das tuas palavras. Orienta-te, rapaz. Sim. Eu oriento-me, pai. E fico. Estou. O entardecer, em vagas de luz, espraia-se na terra que te acolheu e conserva. Chora chove brilho alvura sobre mim. E oiço o eco da tua voz, da tua voz que nunca mais poderei ouvir. A tua voz calada para sempre. E, como se adormecesses, vejo-te fechar as pálpebras sobre os olhos que nunca mais abrirás. Os teus olhos fechados para sempre. E, de uma vez, deixas de respirar. Para sempre. Para nunca mais. Pai. Tudo o que te sobreviveu me agride. Pai. Nunca esquecerei.

José Luís Peixoto, in 'Morreste-me'
 
Retirado de Citador

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Segunda-feira, 29 de Fevereiro de 2016

Luís Osório - "O meu pai"

luisosorio.png

 

"O meu pai"

 

Morreu tranquilo e apaziguado, fez ontem uma semana. Na última semana viu todas as pessoas que verdadeiramente lhe interessava ver – fez-nos rir, mostrou-se feliz pelo prémio de investigação que deveria receber em Novembro, mas ao contrário de todas as outras vezes não se comprometeu com mais uma redenção.

Há vinte e sete anos, também num dia de calor, fiquei destroçado. Informou-me que talvez fosse a nossa última conversa porque lhe fora diagnosticada uma doença que se mostrava fatal e infalível no seu rasto de destruição. Nesse dia, nesses primeiros dias, deixou-se ficar por casa, afundou-se na cama do quarto de sempre, contou as horas que faltavam para iniciar a viagem para o fim. Tudo nele parecia derrota, não pelo medo da morte mas pela irremediável sensação de que não se cumprira, pela terrível ideia que desperdiçara a sua vida.


Deu a volta às gavetas. Queimou as fotografias que tinha, as suas memórias, os sinais do que julgava ser o seu falhanço. Ficou assim algumas semanas e, num dia igual aos outros, sem que conseguisse explicar porquê, saiu do quarto e jurou aos mais próximos que decidira vencer a doença. Foi aí que renasceu. Foi nesse preciso momento que começou a viagem que o faria chegar, contra todas as expectativas, a um sítio onde apenas estão os que partem de consciência tranquila.


Esta é então a história de um homem que provou não existirem impossíveis. O homem que decidiu tirar num só dia todos os dentes porque o médico lhe disse que eram potenciais focos de infecção. O que fez questão de assumir a doença publicamente para combater a discriminação. O que resistiu à toxoplasmose, tuberculose, linfoma, meningite, septicemia, hepatite. O que esteve três vezes em coma e sem muitas esperanças de sobrevivência. O que durante tantos e tantos anos tomou mais de 50 comprimidos todos os dias. O que fez todas as quimioterapias possíveis. O que aproveitou os momentos disponíveis para investigar sobre o fado, para escrever várias colecções de referência, para ganhar prémios, dirigir o trabalho de associações de combate à discriminação, coordenar acções de formação e ajudar dezenas de doentes a acreditar que na vida cada um deve lutar até ao fim e não desistir.
Esta é a história do meu pai. De quem estive afastado uma vida e que tantas vezes não compreendi, o meu pai – militante comunista, exilado em Paris, co-fundador do grupo de Teatro A Barraca e filho de Alice, a mulher da sua vida. José Manuel Osório, chamava-se. Fez ontem uma semana que partiu. Tranquilo e apaziguado.
Nos últimos anos coordenou duas monumentais colecções de fado. Em 2005, organizou a convite de João Pinto de Sousa o projecto Todos os Fados, publicado pela revista Visão. Esteve na primeira linha entre os que fundaram o Museu do Fado, coordenou as Festas da Cidade de Lisboa e tudo isso depois de estar doente – quando quase todos pensavam em surdina que não acabaria o que tinha em mãos, ele pensava na próxima ideia a concretizar.


Essa é a sua marca, o motivo pelo qual me orgulho. À sombra da desconfiança de todos os olhares e com o terrível peso de uma doença que o destruía por dentro, soube e teve a coragem de construir uma obra e o sentido que lhe faltava.
Ao contrário das outras vezes, tantas e tantas que a sua morte foi antecipada, sabia que agora o tempo se estreitara. A última vez que estive com ele a sós não me falou de nenhum projecto que quisesse terminar. Limitou-se a sorrir. Estava pronto.
O primeiro texto que escrevi foi uma cunha sua. Joaquim Benite, ao tempo chefe de redacção do jornal Diário recebeu-me a seu pedido – «o teu pai está convencido que tens talento, diz-me coisas». Escrevi dois textos: sobre o movimento skinhead e uma entrevista ao Rodrigo Leão.
A primeira vez que fui sócio do Benfica foi ele que me inscreveu. Entrei pela sua mão na sede da Rua Jardim do Regedor, onde homens jogavam bilhar e comentavam jogos da véspera. Que felicidade a minha.


O primeiro filme interdito a maiores de 18 anos vi com ele. Nessa noite a RTP anunciara o Pato com Laranja, um erótico italiano e a avó Alice pediu-lhe para me tirar de casa. Para compensar levou-me ao Roma onde estava em exibição Pink Floyd The Wall. Não me parece que, em algum momento, lhe tenha passado pela cabeça que talvez aquelas imagens fossem demasiado violentas para uma criança que ainda não completara os dez anos. E não fizeram, pai.


A primeira vez que me deitei de madrugada foi depois de uma borga com ele. O primeiro concerto a que assisti foi com ele. Apresentou-me a Cunhal, Manuel Alegre, José Mário Branco, Ferré, Chico Buarque. O ursinho com que adormecia na infância era o mesmo que o adormecia…
No 8.º ano, por força da puberdade, tive seis negativas no segundo período. Convidou-me para jantar e, como se nada fosse, perguntou-me pelas notas. Informei-o de que tudo estava bem, como podia estar mal? Impassível, sem elevar a voz, disse-me que talvez existisse um equívoco: «Esta tarde estive no liceu e pareceu-me ter visto seis negativas. Não quero saber mais nada nem falar mais disto. Mas se for verdade quero que resolvas isso. Não tenho que me preocupar, pois não?».


Numa longa conversa, publicada num livro, confessou-me que gostaria de ouvir, antes de morrer, o Com que Voz de Amália Rodrigues. Se tivesse tempo escutaria ainda Maria Callas a interpretar ‘Casta Diva’, uma ária da Norma, de Vincenzo Bellini. Jantaria um bife no Pap’Açorda e arrumaria os livros no quarto para separar os que não podiam deixar de ficar para mim.


Oiço então Amália. E termino com as suas palavras: «Os meus dois netos são um caso à parte. É natural que olhe para eles de uma forma diferente, é até natural que olhe para eles como nunca olhei para ti. Mas normalmente olho para ti quando estás distraído. Assim que percebes, desvio o olhar. Como os dois miúdos não me perguntam ‘porque estás a olhar para mim?’, olho sem qualquer preocupação. Se um dia me perguntarem, também saberei desviar o olhar».


* A última palavra gostaria que ficasse para Ana Campos dos Reis, directora de serviços de apoio ao VIH da Santa Casa da Misericórdia. Ela foi o seu anjo, ela é um anjo. E para Tozé Brito e Manuel Faria, eles sabem porquê.

 

Luís Osório

 

Retirado de aqui


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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2015

O natal no Facebook - O melhor presente de natal do mundo

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O melhor presente de natal do mundo


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Sexta-feira, 24 de Abril de 2015

Humor no Facebook - Vou ser pai... quer ser a mãe dos meus filhos?

Quer ser a mãe dos meus filhos

 

Vou ser pai... quer ser a mãe dos meus filhos?


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Domingo, 22 de Março de 2015

Humor no Facebook - É tempo de falarmos sobre sexo

Time to talk about sex

 

- Time to talk about sex my son

- What  you want to know?


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Quinta-feira, 19 de Março de 2015

Fábio Júnior - Pai

 

Letra

 

Pai
Pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo pra gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos
Pai e filho talvez

Pai
Pode ser que daí você sinta
Qualquer coisa entre esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz....

Pai
Pode crer
Eu tô bem eu vou indo
Tô tentando vivendo e pedindo
Com loucura pra você renascer...

Pai
Eu não faço questão de ser tudo
Só não quero e não vou ficar mudo
Pra falar de amor pra você

Pai
Senta aqui que o jantar tá na mesa
Fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensina esse jogo da vida
Onde a vida só paga pra ver

Pai
Me perdoa essa insegurança
É que eu não sou mais aquela criança
Que um dia morrendo de medo
Nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu

Pai
Eu cresci e não houve outro jeito
Quero só recostar no teu peito
Pra pedir pra você ir lá em casa
E brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar

Pai
Você foi meu herói meu bandido
Hoje é mais muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho
Você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz

 


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O dia do pai no Facebook - Sábio é o pai que conhece o seu próprio filho

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Sábio é o pai que conhece o seu próprio filho

Shakespeare

 


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Quarta-feira, 18 de Março de 2015

O dia do pai no Facebook - Pai é aquele que protege com amor, ensina o caminho....

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Pai é aquele que protege com amor, ensina o caminho. Compartilha histórias, aconselha com amor

 


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O dia do pai no Facebook - Um pai tem a sabedoria de um mestre e a sinceridade de um amigo

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Um pai tem a sabedoria de um mestre e a sinceridade de um amigo

Feliz dia dos pais

 


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O dia do pai no Facebook - Um pai é alguém para se orgulhar, para se agradecer e especialmente para se amar

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Um pai é alguém para se orgulhar, para se agradecer e especialmente para se amar

 


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O dia do pai no Facebook - qualquer otário se pode deitar e fazer um filho, é preciso ser um homem a sério para se levantar e ser pai

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qualquer otário se pode deitar e fazer um filho, é preciso ser um homem a sério para se levantar e ser pai

 


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